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	<title>Metanóia &#8211; Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas</title>
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	<description>O GESP é uma entidade voluntária, sem fins lucrativos, que luta pela preservação do meio ambiente.</description>
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	<title>Metanóia &#8211; Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas</title>
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		<title>Agressão ao patrimônio natural: loteamentos destroem APPs em Passo Fundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Metanóia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 23:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes do encaminhamento ao MPE, ambientalistas vão ao local das denúncias fazer o levantamento das infrações legais, como aterramento de banhados e canalização de nascentes por Verônica Daniela Conceição, participante Curso de Jornalismo Ambiental NEJ-RS As consequências causadas pelo desrespeito ao meio ambiente prejudicam a natureza e o próprio ser humano, mas falta muito para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-header">  </div>
<p>  <a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjapRcMVCb4A9kaVClTonsnDa0cbSUAX1JaWeoHjccWP7rzJXzDV1UwQnEV2L-tE4qgC0xGpYl2ppC0L1K-oQbHFXA3gbFdv0oXVUZyMJvKaIClyKSWVtpyuMKMSUMcqxB_bk0GogHfWYg/s1600/pinhieros.JPG"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="320" height="217" style="cursor: pointer; width: 320px; height: 218px;" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2010/10/pinhieros.jpg" class="wp-image-4073" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513516957513667826" border="0" /></a></p>
<div style="text-align: justify;">Antes  do encaminhamento ao MPE, ambientalistas vão ao local das denúncias  fazer o levantamento das infrações legais, como aterramento de banhados e  canalização de nascentes</p>
<p><em>por Verônica Daniela Conceição, participante Curso de Jornalismo Ambiental NEJ-RS</em></p>
<p>As  consequências causadas pelo desrespeito ao meio ambiente prejudicam a  natureza e o próprio ser humano, mas falta muito para as pessoas  conviverem com responsabilidade e respeito ao próximo e demais seres  vivos.</p>
<p>Segundo Hernán Sorhuet, meio ambiente é o conjunto de sistemas  naturais e sociais habitados pelas pessoas e os demais seres vivos  existentes no planeta, autor citado, colunista do jornal uruguaio El  Pais que palestrou sobre “Desafios da cobertura jornalística dos temas  ambientais”, e afirma que a informação é um bem social. “Embora a  finalidade do jornalismo ambiental seja informar, não é um simples  intermediário, senão um participante ativo da construção da sociedade  sustentável que confrontará fontes hierarquizará informação e  questionará dados, posturas e decisões.”</p>
<p>O curso de Jornalismo  Ambiental promovido pelo Núcleo dos Ecojornalistas, NEJ-RS, aconteceu em  Porto Alegre e contou também com o professor Rualdo Menegat da UFRGS  que questionou sobre “Cegueira e civilização, onde está a natureza?”.  Usando imagens fortes de desastres ambientais, mostrou um panorama das  cidades, a relação homem/natureza e a busca de uma cultura urbana  sustentável.</p>
<p>No norte do Rio Grande do Sul, a bióloga Adriana Deon,  militante do Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas, GESP, conta que é  comum em Passo Fundo a canalização de córregos devido à transformação  dos mesmos em canal de esgoto e lixão, bem como o despejo de dejetos e  resíduos em banhados e áreas de nascentes.  Empresas imobiliárias ou  pessoas físicas aterram esses ecossistemas para transformá-los em  loteamentos urbanos, com ou sem licença, em desrespeito às Áreas de  Preservação Permanente, as APP’s. Estas ocupações são causa de problemas  de assoreamento dos rios e impermeabilização e erosão do solo que  contribuem para eventos extremos como enchentes e alagamentos.</p>
<p><strong>APP’s em área urbana ou área urbana em APP’s?</strong><br />A  especulação imobiliária associada à falta ou ineficiência de políticas  públicas de gestão da expansão urbana e a falta de fiscalização empurram  as camadas mais pobres da sociedade para áreas irregulares e de  ocupação ilegal. Ocorre, dessa forma, a expansão de favelas e  loteamentos irregulares, onde, além da precariedade da infra-estrutura  (rede de água e esgoto, coleta de lixo, iluminação pública, calçamento  de ruas, praças, etc) e serviços públicos (postos de saúde, escolas,  etc), grande parcela da população convive com graves problemas  socioambientais. Em especial, como quando da ocupação de APP’s, que  ocorre ao longo de rios, em áreas úmidas como banhados, próximo a  nascentes e córregos, próximo a barragens de captação de água, em  terrenos com grande declividade e topos de morros, entre outros.</p>
<p>Conforme  a bióloga ambientalista, o GESP recebe muitas denúncias de agressões em  áreas de preservação permanente as quais, após realizar uma vistoria e  coleta de dados, encaminha as informações ao Ministério Público  Estadual, MPE. Dentre as denúncias, está um caso antigo, relativo a dano  ambiental que vem ocorrendo na área do Bosque Lucas Araújo. Nesta área,  onde residem famílias de média a alta renda existe áreas úmidas e  nascentes que formam olhos-d’água que deságuam no Arroio São Roque  tributário da Bacia Hidrográfica do Rio Jacuí e que também vêm sendo  agredidas com a deposição de lixo. Os fatos envolvem agressão em área de  preservação permanente, APP, neste bairro cujo nome revela ser a área  um fragmento representativo de Mata Atlântica existente na cidade de  Passo Fundo e que merece especial atenção das autoridades e órgãos  fiscalizadores.</p>
<p>O GESP já encaminhou ao MPE denúncias também de  invasão de APP’s por famílias de baixa renda, com o aval do poder  público. Um dos casos é o da Vila Bom Jesus, cuja renda provém da coleta  de material reciclável. A área foi um ecossistema de banhado  consistente, com vegetação característica, que tinha a presença de  espécies da fauna local e recursos hídricos com pequenas nascentes e  arroios. Foi feito arruamento com deposição de asfalto e sistema de  drenagem das águas superficiais ao lado de um ecossistema úmido, sendo o  local considerado pela legislação vigente, área de preservação  permanente. Para ocorrer à intervenção em uma APP, explica Adriana, é  necessário ser feito um parecer do órgão Estadual responsável, desde que  se tenha uma utilidade pública para este. No local não se encontra  nenhuma moradia a ser beneficiada pela rua, tanto que esta não tem  saída.</p>
<p>Contudo, um dos casos que mais chamou a atenção dos  ambientalistas em Passo Fundo, foi a denúncia que o GESP atendeu sobre  as atividades que estão acontecendo na área onde está projetado o  Conjunto Habitacional Par Planaltina. A bióloga Adriana explica que a  área em questão encontra-se junto a um fragmento de Floresta Ombrófila  Mista pertencente ao Bioma Mata Atlântica, incluindo vários exemplares  de Araucária (Araucaria angustifólia), associado a uma área de campo  nativo sulino, possuindo vegetação e fauna característica para ambos os  ecossistemas. Sendo assim, uma área nobre em recursos hídricos contando  com nascentes e um córrego que, inclusive, já tem uma parte canalizada  devido às residências existentes no local. “Este córrego é tributário do  Arroio São Roque pertencente à Bacia do Alto Jacuí e as obras do  empreendimento habitacional provocaram impacto e degradação em APP, como  a supressão da vegetação e deposição de resíduos da terraplanagem e da  vegetação, num raio que varia de 15m a 28m de extensão, abrangendo a  demarcação das estacas até a borda do fragmento; a demarcação do talude  invade a APP em aproximadamente 7 metros, estando apenas a 23 metros do  córrego; a demarcação do talude avança 16 metros adentro do que a  Legislação vigente permite quanto a nascentes e olhos-d’água (que é de  50 metros), estando este a apenas 34 metros. E ainda, agravando a  situação, existe depósito de resíduos da terraplanagem a apenas 8 metros  do olho-d’água,” descreveu a dramática situação no Conjunto  Habitacional.</div>
<p><strong></strong>FOTO: Arroio Pinheirinho na Vila Lucas Araújo/Arquivo GESP-2009</p>
<p>Fonte: NEJ &#8211; nejrs.blogspot.com</p>
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		<title>Proteger a biodiversidade exige visão integrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Metanóia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 14:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos os dias, nosso planeta é presenteado com o surgimento de espécies animais e vegetais. Ao mesmo tempo, outros seres desaparecem, em um processo ininterrupto que seleciona apenas os mais bem adaptados. Sempre foi assim, desde os tempos mais remotos. Esse é o ciclo natural da evolução. O problema é que o ritmo de extinções [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdD7aoxha-qT3RpRV6Du5zfemL_vzOPbiVXQG4KHoZig9VdYxUTzHSUPoXl7MWijJjajHovF8UvlL0UdRQJleC_kFkYqzmn4bu-KUts8oARza-jom0en6-tMRbDQJUbpcalteJhoSWSqI/s1600/81.jpg"><img decoding="async" width="400" height="224" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 224px;" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2010/09/81.jpg" class="wp-image-4075" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518999094106213458" border="0" /></a><span style="font-size:10pt;">Todos  os dias, nosso planeta é presenteado com o surgimento de espécies  animais e vegetais. Ao mesmo tempo, outros seres desaparecem, em um  processo ininterrupto que seleciona apenas os mais bem adaptados. Sempre  foi assim, desde os tempos mais remotos. Esse é o ciclo natural da  evolução. O problema é que o ritmo de extinções anda acelerado demais,  pelo menos 100 vezes superior à velocidade normal. Os cientistas até  arriscam uma estimativa — a cada 20 ou 25 minutos, uma espécie some da  face da Terra.</span></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size:10pt;">O  Brasil coleciona casos de sucesso na luta pela preservação e  recuperação de algumas espécies, como a tartaruga marinha, o peixe-boi e  a baleia jubarte, os mais conhecidos no país. No entanto, com a  constatação de que a perda da biodiversidade não conseguiu ser estancada  nos últimos anos, os participantes do “I Forum Biodiversidade e a Nova  Economia” defenderam estratégias mais amplas e integradas para preservar  de fato as espécies do planeta como um todo. Segundo a terceira edição  do Panorama da Biodiversidade Global, 42% das populações de anfíbios e  40% das de aves, entre outras, estão ameaçadas, ou seja, em declínio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size:10pt;">“Nada  contra a tartaruga ou o urso polar, mas as espécies símbolos, que  atraem a atenção da mídia e de recursos para a sua preservação,  representam apenas 1% da biodiversidade. Os outros 99% são de vidas não  tão atrativas ou carismáticas ou nem mesmo conhecidas”, afirmou o  professor de Ecologia da Unicamp e presidente da Associação Brasileira  de Ciência Ecológica e Conservação, Thomas Lewinsohn.</span></p>
<p>  <a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVDHVLd41oRTNa4HI1BZQPuTHEIcbGsQ2qr4xOGOKNW4zakVQq5I2ZuaCA5uo1qf60Cwzcx8bQi4UwOP8VZIgPsdCMteOr74_xPB1Gc7krLZbNKQ1IFu5WlnuUlL0Zb1uhIw2DujHpFag/s1600/82.jpg"><img decoding="async" width="400" height="266" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2010/09/82.jpg" class="wp-image-4076" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518998848636764114" border="0" /></a><strong><span style="font-size:10pt;">Foco nas paisagens</span></strong>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size:10pt;">Durante o debate que discutiu a valoração da biodiversidade, o professor <em><span>(na foto acima)</span></em>  comentou a dificuldade de se lançar uma campanha em defesa de um  “rola-bosta”, como exemplo. Esse besouro curioso de 1,5 centímetro, que  vem tendo suas populações reduzidas, se alimenta das fezes frescas dos  bovinos, fazendo pequenas bolinhas de esterco que são enterradas com  seus ovos, para servir de alimento para as larvas ao nascer. Com isso,  além de promover a adubação orgânica e a aeração do solo, o rola-bosta  também ajuda a controlar a principal praga do gado: a mosca-dos-chifres,  ao interromper o seu ciclo de vida. Muitos dos ovos dessa mosca que são  depositados nas fezes são comidos pelo besouro ou não se desenvolvem  enterrados, o que ajuda a reduzir em até 40% a infestação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size:10pt;">Assim  como o besouro, há inúmeras outras espécies que passam muitas vezes  despercebidas, mas têm grande função para o equilíbrio do ambiente.  Segundo o professor Lewinsohn, é preciso que as ações de proteção em  suas mais diferentes áreas sejam focadas nos ecossistemas e não em  espécies específicas, de forma a atingir a biodiversidade como um todo e  suas inter-relações. “O melhor é agir sobre paisagens inteiras, de  preferência integrando lugares mais cênicos, de maior interesse, com  regiões periféricas. É preciso cuidar da biodiversidade inclusive em  locais profundamente modificados, como as áreas agrícolas”, defende o  pesquisador.  </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size:10pt;">Essa  opinião foi compartilhada pelo superintendente de Conservação do  WWF-Brasil, Cláudio Maretti. “A biodiversidade não é só espécies, mas  também ecossistemas, e não apenas florestas. Para ressaltar a  importância do cerrado hoje para as pessoas, temos que mostrar que  metade dele é floresta”, diz o ambientalista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size:10pt;">Em  seu trabalho como fotógrafo da revista National Geographic, o americano  Joel Sartore se especializou em animais em extinção, muitos dos quais  ele raramente terá a chance de registrar novamente. Um dos seus  objetivos é sensibilizar as pessoas para aquelas espécies  “desinteressantes”, como os mariscos, por meio dos retratos. “Eles nem  tem olhos, não sorriem, mas ajudam a limpar a água. E eu bebo água todos  os dias. No entanto, eles têm enfrentado problemas por causa da  poluição e somos nós que causamos isso”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size:10pt;">“Há  um valor espiritual em preservar a biodiversidade, mas também há  questões de ordem muito prática”, diz Antônio Solé, diretor do  Departamento de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro  (UFRJ). “A natureza nos presta serviços que ainda nem imaginamos. Sem  perceber, a humanidade pode estar comprometendo para sempre seu modo de  vida.”</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"><br /><strong><span>O QUE É POSSÍVEL FAZER</span></strong><b><br /></b>&#8211; Criar unidades de conservação, como reservas ecológicas e parques naturais;<br />&#8211;  Criar e fazer cumprir as leis que proíbam a extração, caça e pesca  predatórias, como a que acontece no período de reprodução dos peixes;<br />&#8211; Controlar as espécies exóticas invasoras, fiscalizando o tráfico de animais;<br />&#8211; Promover a educação ambiental e o ecoturismo;<br />&#8211; Promover melhores práticas na agricultura, no manejo florestal e na pesca.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;">Como indivíduo, <strong><span>o consumo consciente </span></strong>é uma boa maneira de conservar a diversidade das espécies.<br />&#8211; Informe-se sobre as empresas que não prejudiquem o meio ambiente em suas atividades;<br />&#8211; Economize água e energia;<br />&#8211; Não jogue lixo na rua, nos rios ou nas praias;<br />&#8211; Recicle sempre que possível.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;">Fonte: Fórum Biodiversidade e a Nova Economia &#8211; /www.forumbiodiversidade.com.br/ </span></p>
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		<title>Cinco razões para você entrar em contato com a natureza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Metanóia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Sxc Quem ainda precisava de argumentos para adotar um estilo de vida mais natural acaba de ganhar uma lista deles. São cinco tópicos listados pela Universidade de Harvard para convencer as pessoas que passar mais tempo em contato com a natureza faz bem para o corpo e para a mente. As informações foram publicadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpw1CJ9tvmFl2kQzg-qav98t-k7ON2MajGkmpkFNskf0jtNUq8JHBPDJR_1AbPZFROMqg9BK46rihy6G5-MIKoTyAf51jMwwj4H0A6_R9t0Zpq6M79jclUZJq_bdi_qO9gwIz2laloiMV-/s1600/1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="400" height="244" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 244px;" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2010/07/1.jpg" class="wp-image-4080" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5492295345982976594" /></a><br />Foto: Sxc</p>
<p>Quem ainda precisava de argumentos para adotar um estilo de vida mais natural acaba de ganhar uma lista deles. São cinco tópicos listados pela Universidade de Harvard para convencer as pessoas que passar mais tempo em contato com a natureza faz bem para o corpo e para a mente.</p>
<p>As informações foram publicadas na Harvard Health Letter do mês de julho e mostram que, mesmo com tantas vantagens em conviver com a natureza, os americanos passam 90% de suas vidas em ambientes fechados.<br />A revista lembra que diversos estudos já comprovaram os benefícios para a saúde física e mental que o contato com o meio ambiente pode proporcionar e listou alguns deles. Confira:</p>
<p>1 – Elevação dos níveis de vitamina D<br />Chamada de “vitamina do sol”, essa substância é produzida a partir do contato dos raios solares com a pele e promove a absorção de cálcio pelo organismo. Além da importância na manutenção dos níveis do cálcio no sangue e na saúde dos ossos, a vitamina D tem um papel muito importante na maioria das funções metabólicas e também nas funções musculares, cardíacas e neurológicas.</p>
<p>Estudos epidemiológicos sugerem que a vitamina D pode ter efeitos protetores contra diversas doenças, desde a osteoporose ao câncer, passando pela depressão, ataques cardíacos e derrames. Já a deficiência da vitamina pode precipitar e aumentar a osteoporose em adultos e causar raquitismo, uma avitaminose, em crianças.<br />A boa notícia é que para produzir a vitamina D no seu organismo, você só precisa ficar ao ar livre algumas vezes por semana, de preferência nos horários em que sol está mais fraco, e expor seus braços e pernas por 10 a 15 minutos.</p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdD6NfVRy7PcUf3kp9X4m0EE2uJAAkZdy_kimUSBhyHoB88dPUufxne9Phyphenhyphend_ddOb2WpC2uOV5PIG8ddlxobRMtvcKGXaMRXB8LI03WlNNUmhNOBAHLNlKZqqobgcOIB55jImSuXFwjz4p/s1600/12.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="400" height="244" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 244px;" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2010/07/12.jpg" class="wp-image-4081" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5492295015839862722" /></a><br />Foto: Sxc</p>
<p>2 – Mais exercício<br />É verdade que muita gente consegue se exercitar sem sair de casa, ou ainda em academias e clubes de ginástica totalmente cobertos. Também tem muita gente que consegue passar horas em contato com a natureza sem mexer um músculo – basta ir a uma praia para perceber. Ainda assim, os ambientes fechados costumam ser um convite ao sedentarismo, enquanto um parque repleto de árvores costuma dar um novo ânimo a uma caminhada.</p>
<p>Um estudo feito por pesquisadores britânicos com crianças que passavam cerca de seis horas por dia utilizando equipamentos eletrônicos (como TV´s e videogames) mostrou que elas eram duplamente ativas quando estavam ao ar livre. Portanto, se você quer se exercitar, um bom começo é sair de casa. Pode ser uma corrida na orla, um passeio de bicicleta no parque ou até uma limpeza no quintal, o que importa é colocar o corpo em movimento junto à natureza.</p>
<p>3 – Maior concentração<br />O escritor americano e autor do livro Last Child in the Woods, Richard Louv, utilizou o termo “transtorno de déficit de natureza” em seu último trabalho. E ele não é o único a acreditar que a falta de contato com o meio ambiente agrava problemas como o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Pesquisadores tem relatado que crianças costumam se concentrar melhor após passarem um período ao ar livre.</p>
<p>Um estudo publicado em 2008 mostrou que crianças diagnosticadas com TDAH obtiveram melhor pontuação em testes de concentração após caminharem em um parque, em comparação com outras que caminharam em um bairro residencial e no centro da cidade.<br />Apesar de não serem conclusivas em relação aos adultos, as pesquisas sugerem que o contato com a natureza pode ser uma aliada aos homens e mulheres que querem uma melhor concentração. Não custa tentar.</p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgAqXxQXASLrsyisI_RKz4FWMGkgP1lcyKfbtp0U4EhVYh-_0D2KpyWWl8DT0IhPUVSSMEOGs54Mz8OJ6wpuVa-wO7BFiQcd7r9zLzztCJxCA79_P0xAKYDRufLyopAEf6DTrI0nugXD47U/s1600/3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="400" height="265" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 265px;" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2010/07/3.jpg" class="wp-image-4082" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5492294872633059618" /></a><br /> Foto: Sxc</p>
<p>4 – Menor tempo de cicatrização e cura<br />Uma pesquisa realizada na Universidade de Pittsburgh em 2005 mostra que pacientes expostos a luz natural sentiam menos dores e sofriam de menos estresse, além de precisarem de uma menor quantidade de medicamentos durante o período de recuperação.<br />Outro estudo aponta que até a vista das janelas dos quartos de hospitais que exibiam árvores, em vez de muros, faziam a diferença durante a recuperação dos doentes. Os dados científicos apenas reforçam o velho conselho que diz que “tomar um ar fresco” faz bem para a saúde.</p>
<p>5 – Mais felicidade<br />Estudos mostram que a luz do sol tende a elevar o humor das pessoas, enquanto a prática de exercícios físicos libera endorfina, despertando uma sensação de relaxamento, euforia e bem-estar. Combinar as duas práticas em um ambiente ao ar livre certamente fará bem a qualquer um.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Essex, na Inglaterra, estão realizando um estudo que aponta que praticar exercício em meio à natureza traz vantagens significativas para a saúde mental. A pesquisa aponta que os “exercícios verdes”, como estão sendo chamados, mostram resultados benéficos na auto-estima e no humor com apenas cinco minutos de prática.</p>
<p>Cuidados</p>
<p>Apesar de todas essas vantagens, é sempre bom lembrar alguns cuidados básicos que devem ser tomados durante esses momentos de atividades ao ar livre. Uso de protetor solar e de repelentes contra insetos, além de atenção à qualidade do ar no local da diversão são alguns deles.<br />Depois de tomar esses cuidados, basta calçar um tênis e procurar uma área arborizada próxima a sua casa. Agora você já tem razões de sobra para entrar em contato com a natureza.</p>
<p>Postado em Vida e Saúde em 05/07/2010 às 18h35 por Redação EcoDesenvolvimento<br />http://www.ecodesenvolvimento.org.br/</p>
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		<title>Curiosidades da natureza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Metanóia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 18:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Curiosidades da natureza Para quem tem ainda a idéia de que meio ambiente é só a natureza, esclarecemos que você é parte deste processo, meio ambiente é o homem e as suas relações, não é só um lugar no espaço, você é parte e interage Por Verônica Daniela Conceição O ser humano é curioso por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CAdriana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"></o:smarttagtype><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:worddocument>   <w:view>Normal</w:View>   <w:zoom>0</w:Zoom>   <w:hyphenationzone>21</w:HyphenationZone>   <w:punctuationkerning/>   <w:validateagainstschemas/>   <w:saveifxmlinvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid>   <w:ignoremixedcontent>false</w:IgnoreMixedContent>   <w:alwaysshowplaceholdertext>false</w:AlwaysShowPlaceholderText>   <w:compatibility>    <w:breakwrappedtables/>    <w:snaptogridincell/>    <w:wraptextwithpunct/>    <w:useasianbreakrules/>    <w:dontgrowautofit/>   </w:Compatibility>   <w:browserlevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156">  </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><!--[if !mso]><object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"></object> 

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<p><b><span style="color: rgb(35, 108, 22);font-family:Arial;font-size:13.5pt;"  >Curiosidades da natureza</span></b></p>
<p>
<br /><b><span style="color: rgb(35, 108, 22);font-family:Arial;font-size:13.5pt;"  ></span></b><span style=";font-family:Verdana;font-size:7.5pt;"  ><o:p></o:p></span></p>
<p style=""><b><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:Arial;font-size:10pt;"  >Para quem tem ainda a idéia de que meio ambiente é só a natureza, esclarecemos que você é parte deste processo, meio ambiente é o homem e as suas relações, não é só um lugar no espaço, você é parte e interage</span></b></p>
<p><span style=";font-family:Verdana;font-size:7.5pt;"  >   </span><span style="color: rgb(35, 108, 22);font-family:Arial;font-size:7.5pt;"  >Por Verônica Daniela Conceição</span><span style=";font-family:Verdana;font-size:7.5pt;"  ><br />
<br /></span></p>
<p>
<br /><span style=";font-family:Verdana;font-size:7.5pt;"  > <o:p></o:p></span></p>
<p style=""><span style="">O ser humano é curioso por natureza, e é essa curiosidade que nos move, que nos faz descobrir como as coisas funcionam, que nos leva a conhecer e a desvendar os mistérios. Junho é considerado o mês verde, 05 o dia mundial do meio ambiente, nesta data somos desafiados a olhar para o nosso planeta, refletir sobre nossas atitudes para com o ambiente que vivemos. Tão em evidência em nossos dias, a preservação, o cuidado. Ano Internacional da Biodiversidade, declarado pela Organização das Nações Unidas. Conhecemos toda a nossa riqueza? Nosso país possui uma grande diversidade de espécies animais e vegetais. E para quem tem ainda a idéia de que meio ambiente é só a natureza, esclarecemos que você é parte deste processo, meio ambiente é o homem e as suas relações, não é só um lugar no espaço, você é parte e interage. E interagindo neste meio tive a experiência de voltar a minha cidade natal, no dia 10 de junho participando da 1ª Semana Municipal do Meio Ambiente de Sertão. Através do meu trabalho no Museu Zoobotânico Augusto Ruschi. Juntamente com meus colegas do Muzar, apresentamos a exposição Curiosidades da Natureza e Biodiversidade no Centro Cultural. Contamos com o público de alunos e professores das escolas da cidade e do interior na sua maioria e a comunidade <st1:personname productid="em geral. O" st="on">em geral. O</st1:personname> dia foi espetacular, as pessoas estavam maravilhadas com as peças expostas, animais empalhados e em meio líquido, quadros com alguns mitos curiosos. As crianças estupendas, elas são um caso a parte, as mais diversas perguntas. Tia é de verdade? Ta vivo? Como faz isso? Vocês matam os bichos? Até a minha manta de bolinhas pensaram que fosse objeto de preenchimento do animal empalhado. Os meus colegas também gostaram da experiência, um biólogo e duas estudantes de biologia tendo o contato direto com o público, passando seus conhecimentos e aprendendo com eles. É muito válido, mostrar o trabalho de conservação que um museu de ciências naturais faz, melhor que isso é só as pessoas irem conhecer o museu zoobotânico, seu acervo e exposição. Esse trabalho de educação ambiental que o Muzar desenvolve é muito importante, vamos educar para a preservação, principalmente as crianças, semear sementes para que tenhamos um futuro com bons frutos. Vivenciar este dia me remeteu lembranças de minha infância, do tempo da escola, revi conhecidos, amigos, professores, pessoas que foram importantes na minha caminhada. O que mais gostei foi de ver as crianças empolgadas com as novidades, questionando, contando histórias e interagindo. Meu convite é para a comunidade sertanense, venha conhecer o Muzar, seu novo espaço, a exposição “Muzar conta sua história” retratando os 35 anos de trabalho e homenageando o naturalista Augusto Ruschi que dá nome ao museu. Quero parabenizar a iniciativa de promover a 1ª Semana Municipal do Meio Ambiente e o convite para o museu participar. Acredito que a população também tenha lançado um olhar para a preservação do meio ambiente e também busque conhecer e valorizar o que o município tem de bom, como por exemplo o Parque Municipal. Saudações verdes para a comunidade de Sertão.</span></p>
<p style="">
</p>
<p  style="font-family:times new roman;"><span style="font-size:85%;">Fonte: EcoAgência (</span><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:times new roman;">www.ecoagencia.com.br)</span></span><span style="font-size:85%;"> </span><span style="font-size:85%;"><br />
<br /><span style="color: rgb(35, 108, 22);"></span><span style="font-size:7.5pt;"><o:p></o:p></span></span></p>
<p>  <span style="font-size:85%;"><span style="font-family:times new roman;"></span></span></p>
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		<title>Untitled Post</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Metanóia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ação na Mata Atlântica: Ibama intensifica fiscalização no Rio Grande do Sul Porto Alegre &#8211; Desde o dia 13 deste mês de junho, a superintendência do Ibama do Rio Grande Sul coordena ação de fiscalização no município de Jaquirana, no nordeste do Estado, deflagrada conjuntamente com o Defap/Sema (Secretaria Estadual do Meio Ambiente), Batalhão Ambiental [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#065538;">               <b>Ação na Mata                Atlântica: Ibama                intensifica fiscalização                no Rio Grande do Sul</b></span>                                                                                    </p>
<p align="justify">               <span style="font-family:Verdana;font-size:78%;">               <img decoding="async" class="foto" src="http://www.envolverde.com.br/fotos_novas/76306.jpg" align="right" border="0" />               </span></p>
<p align="justify">               <span style="font-family:Verdana;font-size:78%;">               Porto Alegre &#8211; Desde o                dia 13 deste mês de                junho, a                superintendência do                Ibama do Rio Grande Sul                coordena ação de                fiscalização no                município de Jaquirana,                no nordeste do Estado,                deflagrada conjuntamente                com o Defap/Sema (Secretaria                Estadual do Meio                Ambiente), Batalhão                Ambiental da Brigada                Militar e Receita                Estadual, para coibir o                corte ilegal de                Araucárias.</p>
<p>              Localizado na borda da                Serra Geral, em pleno                bioma da Mata Atlântica,                o município de Jaquirana                tem como matriz                produtiva o corte e o                beneficiamento do Pinus,                espécie florestal                exótica largamente                plantada na região. No                entanto, desde 2007, as                serrarias da cidade                constam nos                levantamentos de                informação do Sistema de                Documento de Origem                Florestal (DOF) do Ibama,                como prováveis fontes de                irregularidades no corte                da espécie nativa                Araucária (Araucaria                angustifolia), constante                na Lista Oficial das                Espécies da Flora                Brasileira Ameaçadas de                Extinção.</p>
<p>              Em janeiro de 2010 o                levantamento de                informações foi                intensificado, sendo                deflagrada a Operação                Cigarras, alusão ao                significado indígena do                nome Jaquirana, que até                o momento contabiliza a                 14 Autos de Infração                lavrados, num total de                R$1,76 milhões em multas.                Das oito empresas                vistoriadas, seis foram                embargadas, ficando                apreendidos 820,00 m³ de                Araucária e 1.340 m³ de                Pinus.</p>
<p>              “A transferência de                créditos de madeira no                sistema DOF de forma                fraudulenta, para                “esquentar” a supressão                ilegal das araucárias                retiradas diretamente da                mata nativa, é um dos                graves ilícitos                ambientais constatados”                diz Régis Fontana Pinto,                Chefe da Fiscalização no                Ibama/RS. “Além disso,                apenas uma das empresas                apresentou o correto                licenciamento ambiental,                sendo que as outras                operavam sem a Licença                de Operação ou                descumprindo-a”                acrescenta o analista                ambiental.  Outras                agressões ao meio                ambiente também foram                identificadas, como a                invasão e dano às Áreas                de Preservação                Permanente (APP) e o                descarte irregular de                produtos químicos                utilizados no tratamento                da madeira diretamente                em açudes e riachos.</p>
<p>              Todas os crimes                ambientais serão                comunicadas ao                Ministério Público                Federal e os infratores                responderão na justiça.                A madeira apreendida                está sendo doada em sua                maioria para a                construção de casas                populares nas                prefeituras municipais                da região, para o                Exército Brasileiro, a                Polícia Federal, Policia                Militar e a Universidade                Federal de Santa Maria.</p>
<p>              O superintendente do                Ibama no rio Grande do                Sul, João Pessoa                Riograndense, considera                que o fato da operação                ter sido articulada com                outros órgão da                 administração estadual                aumentou sua eficácia.                “As doações sumárias                estão seguindo os marcos                legais e possibilitando                a retirada mais rápida                da madeira  em posse do                infrator”, explica.</p>
<p>              Participam da operação                cerca de trinta agentes                dos vários órgãos                envolvidos, sendo que 16                deles são fiscais do                Ibama.</span></p>
<p align="justify">               <span style="font-family:Verdana;font-size:78%;">               (Envolverde/Ibama)</span></p>
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		<title>Maio Ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Metanóia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2010 16:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Maio Ambiental é um evento organizado pela Assembleia Permanente pela Preservação Ambiental (APPA) e conta com a colaboração do Museu Zoobotânico Augusto Ruschi (Muzar) da Universidade de Passo Fundo (UPF). O objetivo do Maio Ambiental é proporcionar à sociedade de Passo Fundo e região momentos de reflexão, mobilização e planejamento para a efetivação de uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3-SeeqiQH0DPJNxH9QU-nxKtgUj4Ywdb8E0luTgIDs4EgAJh7vofnNyzshjTL1gAnGxX_YZFpTTb7AOC40WzDa3Mk1SVuNhUel5nb0zSOHN1LfP3t0aBwgHvw4Un_tnyg9-NyOCZNXs2P/s1600/maioambiental1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="400" height="282" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 282px;" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2010/05/maioambiental1.jpg" class="wp-image-4089" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470047219883629458" border="0" /></a><br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjMS0aFXB3NLc8hc3pD-rBRcQ56bdHrHhBzvRRb_-IefmGEnxUUYcuycgAMe2ue4S9BiRlhjY9Lj-QzieTjT3jc0L4qgs13Lb6kS4Ju-HqX_KeG5ysRjqvJGAi-0wyszrvsGPeJpNgEY6zc/s1600/maioambiental2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="400" height="346" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 346px;" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2010/05/maioambiental2.jpg" class="wp-image-4090" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470046819198434242" border="0" /></a></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 12px;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 153, 153); font-family: 'trebuchet ms'; font-size: 16px;">Maio Ambiental é um evento organizado  pela Assembleia Permanente pela Preservação Ambiental (APPA) e conta  com a colaboração do Museu Zoobotânico Augusto Ruschi (Muzar) da  Universidade de Passo Fundo (UPF). O objetivo do Maio Ambiental é  proporcionar à sociedade de Passo Fundo e região momentos de reflexão,  mobilização e planejamento para a efetivação de uma agenda ambiental,  com o envolvimento de todos os setores da sociedade.</p>
<p>Acontece nos próximos dias 13 e 14 de maio (quinta e sexta respectivamente) no Salão de Atos do LCI da Universidade de Passo Fundo.</p>
<p><span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;">PROGRAMAÇÃO:</span></p>
<p></span></span><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhBglMohfoqsR-IE2_kXBI0cuDEHSFwjTYIcZYQ6utgw6RV__pXTj-HQusI7ZI5V8BDDmGFHyg359jaAwe8xu38M4dryZ6htwfPUsMAIcefes3eiwITQPRvfZIRSy8cGo-r0JovoUYNQvDY/s1600/maioambiental3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="246" height="400" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 246px; height: 400px;" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2010/05/maioambiental3.jpg" class="wp-image-4091" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470045805628853634" border="0" /></a></p>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; color: rgb(153, 153, 153);">Mais informações no site da UPF:</span></div>
<p><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"><span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 153, 153);"></span></span><a href="http://www.upf.br/site/index.php?option=com_wrapper&amp;Itemid=326"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 153, 153);"><span class="Apple-style-span" style="font-size: small;">http://www.upf.br/site/index.php?option=com_wrapper&amp;Itemid=326</span></span></a></span></p>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; color: rgb(153, 153, 153);"><br /></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; color: rgb(153, 153, 153);">Fontes:</span></div>
<div><span style="font-size:130%;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 153, 153); font-family: 'trebuchet ms'; font-size: x-small;">Universidade de Passo Fundo &#8211; </span><span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 153, 153);"><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';">http://www.upf.br/</span></span></span></span></div>
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