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	<title>arborização &#8211; Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas</title>
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	<description>O GESP é uma entidade voluntária, sem fins lucrativos, que luta pela preservação do meio ambiente.</description>
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	<title>arborização &#8211; Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas</title>
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		<title>Projeto Arborização + segura</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Aug 2017 20:28:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7olCyvXWlTDX1TBJm9HA7XmiqSAz4uRPI6i-OdxOFbKytN6JZZIVUL5e3iWQDnnMp8qei8MaU0L7ayfTusK7jhapanxOBzEPcZUcLxzWyXpULZVEhh3Fdh-kzniAAV1O4ykH9zLUrrl8W/s1600/Embedded-Image..jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" data-original-height="967" data-original-width="729" height="640" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2017/08/Embedded-Image.jpeg" class="wp-image-2114" width="482" /></a></div>
<p></p>
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		<title>ARBORIZAÇÃO URBANA E PODAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GESP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 12:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a presença de aproximadamente 90 pessoas , entre técnicos, gestores públicos, representantes de ONGs, profissionais da área ambiental , profissionais de empresas de jardinamento, e profissionais da geração de energia , foram discutidos os problemas e soluções para a arborização urbana e intervenções incorretas realizadas nas árvores localizadas em áreas públicas e privadas.&#160; Palestrantes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d;">Com a presença de aproximadamente 90 pessoas , entre técnicos, gestores públicos, representantes de ONGs, profissionais da área ambiental , profissionais de empresas de jardinamento, e profissionais da geração de energia , foram discutidos os problemas e soluções para a arborização urbana e intervenções incorretas realizadas nas árvores localizadas em áreas públicas e privadas.&nbsp;</span></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguBaXQfqFL3p2TTRNbwJzCkBXcp3dOgus4l1g0_FzvPKB3d1pYSouyfBb0055Xb_JrdJlI6IFioIkkUzpAMQoC8c4QTXD7owZorxsur8tY_WsXK0wpepRfaBkGV3jJxeoQT_-xnIekb6nD/s1600/DSC_0037%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" height="424" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/DSC_0037255B1255D.jpg" class="wp-image-2760" width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Palestrantes (e Eliana Bortolon &#8211; Organizadora)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhaTL9tfafbLpfDLHPRlDSLDzo9DOWF1SYCbr-YF8MoW6sapCKO-CCGUCuEtfmTGG-Nlin1cwHIN_W_9b76XtQIJGN_2K6ftWWeeuRjBxvksOsvwj0eMXdr9qoYuFuoRwgYPC8T2CHhzsFu/s1600/DSC_0013%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" height="424" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/DSC_0013255B1255D.jpg" class="wp-image-2761" width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;"><span style="color: #38761d;">Plená<span style="color: #38761d;">ria</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d;">As podas mal feitas vem ocorrendo em Passo Fundo como também em diversos municípios da região. Ao mesmo tempo,  as podas vem sido realizadas por pessoas que não conhecem o assunto, destruindo e descaracterizando as árvores.  As agressões , sem o devido procedimento correto e sem licenciamento, pode ser considerado crime ambiental, comprometendo com multas o solicitante e o que realizou as podas. Com a intenção de formação e esclarecimento,   foi realizado , durante a tarde do dia 21 de setembro (Dia da Árvore) o “Curso de Arborização Urbana e Podas – Técnicas de Intervenção e Aspectos Legais”, . Apresentado em quatro painéis :</span></div>
<p><span style="color: #38761d;"><br /> 1 ) Procedimento Administrativo – Autorização e execução de podas – SMAM Armando Fontoura (SMAM) e Cristian Thans (STSG)<br /> 2 ) Podas de árvores e Segurança da População – Fabrício Steffens e Levi Rocha– RGE<br /> 3 ) Importância da Arborização Urbana – Reni Três –  COMAU<br /> 4 ) Legislação e Penalidades – Dr. Paulo Cirne – MP<br />&nbsp;</span><br />
<span style="color: #38761d;">O evento ocorreu no Auditório da Rio Grande Energia/RGE com representantes dos municípios de Marau, Tapejara, Coxilha , Casca, Ibiaçá , Ernestina e Passo Fundo. <br />Promoção do Ministério Público Estadual/MPE , Conselho Muncipal de Arborização Urbana/COMAU, Prefeitura Municipal de Passo Fundo, Rio Grande Energia/RGE , e apoio do Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas/GESP </span></p>
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		<title>Substituição de árvores do centro em estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mari Lourenço]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2014 18:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arborização]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Foto: Sirlei Pazinato / DM Uma polêmica antiga na cidade tem voltado à tona nas últimas semanas. Reivindicação de associações de moradores e lojistas da Rua Morom, estudo referente a substituição das árvores da espécie Bauhimia, conhecidas popularmente como ‘patas-de-vaca’, presentes nas quadras centrais da rua foi realizado pela Secretaria do Meio Ambiente (Smam). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;">
<img decoding="async" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEhvszAgtq_9aWIdzqJO4OJILOB8H4oAmCEVMnuF4okfccgkFj0adTyJDVD1E-A5bnhthk1q0rSUnaiFSL-yLBUrBewWMETG0YWAYT4Ex5uBYkKdh-QoMADM_g8dXgoHbnm5hoGlbZfTqTIRVyP1KqCHyDF_UgMD9BmsGawncSc=" />&nbsp;</div>
<p>
<span style="font-size: x-small;"><span style="color: #38761d;">Foto: Sirlei Pazinato / DM</span></span></p>
<p><span style="color: #38761d;">Uma polêmica antiga na cidade tem voltado à tona nas últimas semanas. Reivindicação de associações de moradores e lojistas da Rua Morom, estudo referente a substituição das árvores da espécie Bauhimia, conhecidas popularmente como ‘patas-de-vaca’, presentes nas quadras centrais da rua foi realizado pela Secretaria do Meio Ambiente (Smam). Agora, o projeto está em fase de aprovação por entidades interessadas, sendo que uma reunião entre Smam, Associação de Moradores do Centro, Associação Mais Morom, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sincomércio, dentre outras entidades interessadas está marcada para a próxima segunda-feira (14), às 10h, na sede da CDL, na Rua General Neto, 443. </span><br /><span style="color: #38761d;"></span><br /><span style="color: #38761d;">A espécie sugerida pelo estudo e aprovada em reunião do Conselho Municipal de Arborização para substituir as ‘patas-de-vaca’ seria a Callistemon, conhecida popularmente como ‘escova-de-garrafa’, que se adaptaria melhor ao local, com características como rusticidade, baixa necessidade de manutenção e crescimento moderado, aliados ao florescimento na época do Natal, que contribuiria para o embelezamento da rua.   Apesar de bem adaptadas ao clima da região, as patas-de-vaca geram queixas pelo rápido crescimento, que requer podas frequentes, sujeira ocasionada pela queda de folhas, enraizamento que tem provocado levantamento da calçada e quebra de canteiros, dentre outros fatores.</span><br /><span style="color: #38761d;"></span><br /><span style="color: #38761d;">Porém, conforme informações da Smam, ainda não há data definida para que a substituição ocorra.  O que se tem de emergencial é uma poda conjunta com a RGE, por conta do risco que os galhos oferecem junto aos fios de alta tensão, prevista para a próxima semana.</span><br /><span style="color: #38761d;"></span><br /><span style="color: #38761d;">Confira a matéria completa na edição impressa do DM Passo Fundo desta quinta-feira.</span></p>
<p><span style="color: #38761d;"><span style="color: #38761d;"><span style="font-size: x-small;">Por: Sirlei Pazinato</span>&nbsp;&nbsp;</span></span><br />
<span style="color: #38761d;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #38761d;">Via: Diário da Manhã </span></span></span></p>
<p><!-- Blogger automated replacement: "https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2Fwww.diariodamanha.com%2Frestrito%2Fupload%2Fnoticias%2F1046.jpg&amp;container=blogger&amp;gadget=a&amp;rewriteMime=image%2F*" with "https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEhvszAgtq_9aWIdzqJO4OJILOB8H4oAmCEVMnuF4okfccgkFj0adTyJDVD1E-A5bnhthk1q0rSUnaiFSL-yLBUrBewWMETG0YWAYT4Ex5uBYkKdh-QoMADM_g8dXgoHbnm5hoGlbZfTqTIRVyP1KqCHyDF_UgMD9BmsGawncSc=" --></p>
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		<title>A importância da floresta para o meio ambiente</title>
		<link>https://sentineladospampas.eco.br/a-importancia-da-floresta-para-o-meio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GESP]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2013 13:42:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aproveitando a data de ontem (Dia de Proteção às Florestas), vamos postar algumas matérias sobre a importância dela para o nosso dia a dia. Por Laerte Scanavaca Júnior, engenheiro florestal, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente&#160; &#160; No Brasil, 87% da população vive em centros urbanos. O clima urbano difere consideravelmente do ambiente natural. As cidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia,&quot;Times New Roman&quot;,serif;"><span style="color: #38761d;">Aproveitando a data de ontem (Dia de Proteção às Florestas), vamos postar algumas matérias sobre a importância dela para o nosso dia a dia.</span></span><br />
<span style="font-family: Georgia,&quot;Times New Roman&quot;,serif;"><br /></span><br />
<span style="font-family: Georgia,&quot;Times New Roman&quot;,serif;"></span></p>
<div style="text-align: justify;">
<span style="font-family: Georgia,&quot;Times New Roman&quot;,serif;"><span style="color: #38761d;"><span style="font-size: x-small;">Por Laerte Scanavaca Júnior, engenheiro florestal, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente&nbsp;</span></span></span></div>
<div style="text-align: justify;">
</div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="http://api.ning.com/files/vy5NbayOAV*VWPmsDRX3Qy3FXo9HYk9mUdaKu-f0SUPxU93Zc4udFhDxgR1RxMY-*XgzNtBzQ8bwm24oLdYneL5TcJgx6PKa/homenverde.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="265" src="http://api.ning.com/files/vy5NbayOAV*VWPmsDRX3Qy3FXo9HYk9mUdaKu-f0SUPxU93Zc4udFhDxgR1RxMY-*XgzNtBzQ8bwm24oLdYneL5TcJgx6PKa/homenverde.jpg" width="400" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="font-family: Georgia,&quot;Times New Roman&quot;,serif;"><span style="color: #38761d;"><span style="font-size: x-small;">&nbsp;</span></p>
<p> No Brasil, 87% da população vive em centros urbanos. O clima urbano difere consideravelmente do ambiente natural. As cidades distanciam-se cada vez mais da natureza utilizando materiais como ferro, aço, amianto, vidro, piche, entre outros. Estes materiais geralmente são refletores e contribuem para a criação da ilhas ou bolsões de calor nas cidades. Em função disso, o clima é semelhante ao do deserto, quente e seco durante o dia e frio durante a noite. </p>
<p>A impermeabilização dos solos causam grandes problemas também na medida que evitam ou impedem a infiltração da água, forçando-a para a calha dos rios, muitas vezes criando enchentes, já que os rios não conseguem absorver um volume tão grande de água num curto espaço de tempo. </p>
<p><b>Benefícios da arborização </b></p>
<p>Os benefícios advindos da arborização urbana promovem a melhoria da qualidade de vida e o embelezamento da cidade. Essa arborização depende do clima, tipo de solo, do espaço livre e do porte da árvore para se obter sucesso nas cidades. Além da função paisagística, a arborização proporciona à população proteção contra ventos, diminuição da poluição sonora, absorção de parte dos raios solares, sombreamento, atração e ambientação de pássaros, absorção da poluição atmosférica, neutralizando os seus efeitos na população, valorização da propriedade pela beleza cênica, higienização mental e reorientação do vento. </p>
<p>A floresta, quando em equilíbrio, reduz ao mínimo a saída de nutrientes do ecossistema. O solo pode manter o mesmo nível de fertilidade ou até melhorá-lo ao longo do tempo. </p>
<p>Uma floresta não perturbada apresenta grande estabilidade, isto é, os nutrientes introduzidos no ecossistema pela chuva e intemperismo geológico estão em equilíbrio com os nutrientes perdidos por lixiviação para os rios ou lençol freático. Os nutrientes, uma vez introduzidos no ecossistema, podem se reciclar por um longo tempo, função da eficiência biogeoquímica e bioquímica das espécies florestais do sistema. </p>
<p>O entendimento da relação das florestas implantadas com a água é uma questão muito complexa e deve levar em consideração as múltiplas atividades antrópicas, tendo como unidade a microbacia. Deste modo, a floresta deve ser apreciada como uma atividade agrícola qualquer, que visa a produção de biomassa com intenção de obter algum lucro. Assim, além do consumo de água, devemos contabilizar a sua qualidade, o regime de vazão e a saúde do ecossistema aquático. Possibilita também uma visão mais abrangente sobre a relação do uso da terra, seja na produção florestal, agrícola, pecuária, abertura de estradas, urbanização, enfim, toda e qualquer alteração antrópica na paisagem e a conservação dos recursos hídricos. </p>
<p>Quem sabe assim, a sociedade perceba que uma possível diminuição na quantidade de água, deterioração de sua qualidade ou a degradação hidrológica não está somente nas florestas implantadas mas numa infinidade de outras atividades antrópicas de práticas de manejo. </p>
<p>As florestas per se não melhoram a qualidade da água mas alguns de seu atributos como a cor aparente, que está relacionada com a quantidade de matéria orgânica e sedimentos na água. Estudos compararam a cor aparente da água de microbacias com florestas nativas, reflorestadas com eucaliptos e com pastagem. Nas florestas nativas, a variabilidade natural só é alterada com as chuvas em grandes quantidades. Para os eucaliptais, mesmo com operações drásticas como construção de estradas ou exploração florestal tendem a voltar ao equilíbrio dinâmico rapidamente. Para a pastagem entretanto, a concentração de sedimentos suspensos na água é exageradamente elevado o tempo todo. </p>
<p>O custo específico com produtos químicos nas Estações de Tratamento de Água (ETAs) eleva-se com a redução do percentual de cobertura florestal da bacia de abastecimento. Nos EUA, o estado de Nova Iorque investiu em áreas de preservação permanente &#8211; APPs, e os responsáveis garantem que para cada um dólar investido economizam sete dólares no tratamento de água. </p>
<p>Pelos resultados das pesquisas percebe-se que as florestas são importantes por vários fatores, mas principalmente em relação aos recursos hídricos, por que interceptam a água das chuvas reduzindo o risco de erosão, aumentam a capacidade de infiltração da água no solo tornando-o mais poroso e a estabilidade do sistema ou microssistema funcionando com tampão, isto é, liberando ou retendo água. <br /><span style="font-size: x-small;"><br />Fonte: Embrapa Meio Ambiente &#8211; <a href="http://www.cnpma.embrapa.br/">www.cnpma.embrapa.br</a></span></span></span></div>
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