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	<title>rio +20 &#8211; Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas</title>
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	<description>O GESP é uma entidade voluntária, sem fins lucrativos, que luta pela preservação do meio ambiente.</description>
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	<title>rio +20 &#8211; Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas</title>
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		<title>Rio + ou – 20?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Titi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2012 19:38:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A segunda edição da maior conferência realizada pelo ONU começou. Entre euforia e preocupação, os participantes buscam preencher as lacunas deixadas há 20 anos e debater sobre todos os setores da sustentabilidade. *Colaboração Ângela Prestes A cidade conhecida mundialmente por suas praias e pontos turísticos naturais é sede da segunda maior conferência promovida pela ONU. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<div style="font-size: 13px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: left;">
<em style="margin: 0px; padding: 0px;"><a href="http://www.upf.br/nexjor/?attachment_id=13848" rel="attachment wp-att-13848" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; color: #ff8a00; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"><img fetchpriority="high" decoding="async" alt="" class="aligncenter size-medium wp-image-13848" height="450" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/06/rio_de_janeiro-600x450.jpg" style="border: 0px none; display: block; margin: 0px auto; max-width: 960px; padding: 0px;" title="rio_de_janeiro" width="600" /></a><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"></span></em></div>
<div style="text-align: justify;">
<em style="margin: 0px; padding: 0px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><em style="background-color: white; line-height: 1.6; margin: 0px; padding: 0px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">A segunda edição da maior conferência realizada pelo ONU começou. Entre euforia e preocupação, os participantes buscam preencher as lacunas deixadas há 20 anos e debater sobre todos os setores da sustentabilidade.</span></em></span></em></div>
<p></p>
<div style="font-size: 13px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<em style="margin: 0px; padding: 0px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">*Colaboração Ângela Prestes</span></em></div>
<div style="font-size: 13px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">A cidade conhecida mundialmente por suas praias e pontos turísticos naturais é sede da segunda maior conferência promovida pela ONU. Vinte anos depois da Eco-92, o Rio de Janeiro é palco – mais uma vez – do grande evento sobre sustentabilidade, a Rio+20, e se torna um símbolo para quem se preocupa com a crise contemporânea. A ideia da grande conferência, que está sendo realizada de13 a22 de junho e reúne chefes de Estado de todo mundo, é frear a degradação do planeta, injetando ânimo à agenda da sustentabilidade.</span></div>
<div style="font-size: 13px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Em 1992, na primeira grande conferência, muitas medidas foram adotadas: a criação da Agenda 21, que traçou um programa de ações pelo desenvolvimento sustentável, além das convenções internacionais, como a Convenção do Clima e a Convenção sobre Diversidade Biológica. Em 2012 não haverá aprovações desse porte e, sim, um mapeamento das lacunas no cumprimento dos acordos firmados na Eco92. As medidas que preenchem essas lacunas devem ser definidas nesses dias.</span></div>
<div class="wp-caption alignright" id="attachment_13869" style="float: right; font-size: 13px; line-height: 22px; margin: 10px 0px 10px 15px; padding: 0px; text-align: left; width: 262px;">
<div style="text-align: justify;">
<a href="http://www.upf.br/nexjor/?attachment_id=13869" rel="attachment wp-att-13869" style="background-color: white; border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><img decoding="async" alt="" class="wp-image-13869" height="352" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/06/Forte-de-Copacabana-Foto-Fabiana-Beltrami-600x838.jpg" style="border: 0px none; margin: 5px; max-width: 960px; padding: 0px;" title="Forte de Copacabana - Foto Fabiana Beltrami" width="252" /></span></a></div>
<div class="wp-caption-text" style="font-size: 11px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">No local foi montada uma exposição, aberta ao público. O Forte de Copacabana abriga a C40, conferência dos prefeitos de todo o mundo. (Foto: Fabiana Beltrami)</span></div>
</div>
<div style="font-size: 13px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Além dessas providências, a Rio+20 traz dois grandes temas para debate: a transição para uma economia verde socialmente inclusiva e uma reforma da ONU para a criação de um novo órgão, a Organização Mundial do Meio Ambiente (Omma). No evento, as mudanças na economia e nos processos de produção e consumo mais limpos, que respeitam os direitos humanos, também estão sendo discutidas. Outras atividades acontecem em paralelo às reuniões em outras localidades do Rio.</span></div>
<div style="font-size: 13px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Segundo a vice-presidente do Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas (Gesp), Flávia Biondo da Silva, as conferências são sempre válidas, já que “as conferências não se resumem única e exclusivamente a elas próprias, ou seja, elas não acontecem apenas nos dias em que decorrem o evento, pois se baseiam em muitas outras discussões precedentes e nos dão direções a seguir”. Ela explica que, independentemente do resultado – positivo ou negativo – a conferência é uma forma de suprir as falhas. Quando negativas, organizar a população para combater as faltas e, quando positivas, seguir e ressaltar os pontos.</span></div>
<div style="font-size: 13px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Entre avanços e retrocessos, Flávia acrescenta que a Eco92 embasou muitos movimentos ecológicos e políticas públicas mundialmente. O diretor da Gesp, Paulo Fernando Cornélio, conta que o Gesp esteve na Eco92 e participou na elaboração dos tratados. “Nós somos a única instituição em Passo Fundo signatária da Rio92 – como também é conhecida a primeira conferência de sustentabilidade. Estivemos lá e participamos dos tratados. Foram quatro pessoas daqui e influenciaram, principalmente, no tratado de educação ambiental”. O grupo estendeu as questões em Passo Fundo, em 1993.</span></div>
<div style="font-size: 13px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">&nbsp;</span><strong style="background-color: white; line-height: 1.6; margin: 0px; padding: 0px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Prós e Contras</span></strong></div>
<div style="font-size: 13px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Uma publicação na revista&nbsp;<em style="margin: 0px; padding: 0px;">Planeta</em>&nbsp;de março deste ano apontou o que deu e o que não deu certo. Em vinte anos não foram poucos os pontos negativos: as emissões de gás carbônico, principal dos gases de efeito estufa que esquentam a temperatura do planeta, aumentaram em 36%; o número de megacidades – com mais de 10 milhões de habitantes – aumentou em 110%; os desastres naturais com impactos sociais tiveram um aumento de 100%; a agricultura aumentou em 35% e o consumo dos fertilizantes nitrogenados e em 21% a irrigação. Além disso, como grande agravante, temos as 300 milhões de florestas que desapareceram em países tropicais.</span></div>
<div style="font-size: 13px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Apesar desses aspectos negativos, houve avanços, estes, significativos: 93% dos gases poluidores que causam o buraco na camada de ozônio deixaram de ser gerados, atendendo ao Protocolo de Montreal; o consumo de biodisel subiu em 300.000% e o uso de biocombustíveis aumentou em 3.500%; a energia solar cresceu 30.000% e a energia eólica, 6.000%; o ecoturismo cresceu três vezes mais em relação ao turismo de massa e a média anual de agricultura orgânica cresceu em 13%.</span></div>
<div class="wp-caption alignleft" id="attachment_13853" style="float: left; font-size: 13px; line-height: 22px; margin: 10px 15px 10px 0px; padding: 0px; text-align: left; width: 370px;">
<div style="text-align: justify;">
<a href="http://www.upf.br/nexjor/?attachment_id=13853" rel="attachment wp-att-13853" style="background-color: white; border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><img decoding="async" alt="" class="wp-image-13853" height="209" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/06/Riocentro_1_930x540-600x348.jpg" style="border: 0px none; margin: 5px; max-width: 960px; padding: 0px;" title="Riocentro_1_930x540" width="360" /></span></a></div>
<div class="wp-caption-text" style="font-size: 11px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Riocentro e Parque dos Atletas, onde ocorre a Conferência (Foto: site oficial Rio+20)</span></div>
</div>
<div style="font-size: 13px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Entre altos e baixos, as discussões continuam no Rio de Janeiro, e o ambientalista da Agenda 21 de Passo Fundo, Carlos Eduardo Sander, que tem diversificado sua participação em diferentes setores da conferência, conta sobre o debate no setor da economia, que aconteceu ontem à tarde: “Os economistas do mundo inteiro dizem que nada melhor que uma grande crise para nos capacitarmos de soluções. Na visão chinesa, dinamarquesa, alemã e brasileira – os países que estiveram participando do debate acreditam que precisamos ir além da forma tribal”, explicando que é necessário ver o planeta e as formas de comportamento de forma globalizada, como acontece na economia, que globaliza suas mercadorias.</span></div>
<div style="font-size: 13px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">O setor econômico sugeriu na Rio+20 transparência como o grande mote para superar essas perspectivas. Um ponto em destaque nesse setor é a concordância no que diz respeito às emissões de gás carbônico, sendo mais fácil conseguir uma diminuição desses gases com a população norte-americana, mesmo modelo europeu, do que convencer as populações menos desenvolvidas e mais pobres de reduzir suas emissões. Carlos Eduardo deixa a dica: “Lembrem-se: todos cuidando de tudo!”</span></div>
<div style="font-size: 13px; line-height: 1.6; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Via: <a href="http://www.upf.br/nexjor/?p=13846" target="_blank">Agecom / Nexjor</a></span></div>
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		<title>Um em cada cinco brasileiros sabe o que é a Rio+20</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Titi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2012 14:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consumo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[dia mundial do meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[diário da manhã]]></category>
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					<description><![CDATA[Apenas 26% sabem que ter um desenvolvimento sustentável é cuidar do meio ambiente Pesquisa divulgada dia 6 pelo Ministério do Meio Ambiente mostra que 22% dos brasileiros dizem saber o que é a Rio+20. Entre essas pessoas, 89% afirmam saber que a conferência das Nações Unidas vai “mudar a maneira como usamos os recursos naturais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<span style="background-color: white; color: grey; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; font-weight: bold; line-height: 23px; text-align: -webkit-auto;">Apenas 26% sabem que ter um desenvolvimento sustentável é cuidar do meio ambiente</span>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Pesquisa divulgada dia 6 pelo Ministério do Meio Ambiente mostra que 22% dos brasileiros dizem saber o que é a Rio+20. Entre essas pessoas, 89% afirmam saber que a conferência das Nações Unidas vai “mudar a maneira como usamos os recursos naturais do planeta”. Mesmo nesse grupo, 11% acreditam que a Rio+20 tem por objetivo tratar de outros temas.</span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Apesar de 78% dos brasileiros não saberem o que é Rio+20, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que os 22% são um número expressivo, já que na época da Rio92, apenas 3% sabiam o que era aquela conferência.</span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">“É bastante expressivo que 22% saibam que vai acontecer a conferência. Considerando que estamos falando de todo o Brasil, estamos falando de 40 milhões de pessoas. Acho o número muito bom. E evoluiu em relação à pesquisa feita há três meses [por entidades ambientais, que mostrou que apenas 17% sabiam o que era a Rio+20]”, afirmou.</span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">A pesquisa O Que o Brasileiro Pensa do Meio Ambiente e do Consumo Sustentável, realizada pelo instituto CP2 em abril deste ano, mostra ainda que 65% dos brasileiros dizem que cuidar do meio ambiente é uma questão de “sobrevivência”. Entre os demais motivos alegados para se ter cuidado com o meio ambiente, aparecem “futuro melhor” (15%), “preservação” (8%), “prevenção de catástrofe” (4%) e “responsabilidade socioambiental” (1%).</span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">De acordo com o levantamento, dos 47% de brasileiros que dizem saber o que é desenvolvimento sustentável, 69% dizem que o conceito se relaciona apenas à questão ambiental. Apenas 26% sabem que ter um desenvolvimento sustentável é cuidar do meio ambiente, das pessoas e da economia, ao mesmo tempo.</span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Izabella Teixeira disse esperar que a Rio+20 tenha um papel importante em mostrar que desenvolvimento sustentável é mais do que cuidar do meio ambiente. “Em 2012, a Rio+20 dará um salto expressivo em relação à questão social e econômica, além da ambiental, já que a conferência está convocada para discutir também a economia e a erradicação da pobreza”, disse.</span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Outro dado revelado pela pesquisa é que a maioria (61%) dos brasileiros acredita que o principal responsável por solucionar problemas ambientais é o governo estadual. Outros responsáveis que aparecem na pesquisa são as prefeituras (54%), o governo federal (48%), a própria pessoa (46%) e as comunidades locais (21%), entre outros.</span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">A pesquisa também quis saber que entidades tinham atuação “muito boa” na defesa do meio ambiente, na visão da população. As entidades ecológicas foram as mais bem avaliadas, sendo reconhecidas por 41% dos brasileiros, seguidas pelos meios de comunicação (35%), cientistas (35%), governo federal (20%), organizações internacionais (21%), associações de moradores (19%), governos estaduais (16%), prefeituras (14%) e empresários (10%).</span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Por outro lado, a lista daqueles que têm atuação “ruim ou muito ruim” na defesa do meio ambiente, segundo os entrevistados, é liderada pelos empresários (55%), prefeituras (49%), associações de moradores (48%), governos estaduais (44%) e governo federal (37%), entre outros.</span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">Já entre as principais fontes de informação sobre meio ambiente, segundo a pesquisa, estão a televisão (83%), internet (29,5%), jornais (29%), rádio (27%) e revistas (11%).</span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">FONTE: Agência Brasil</span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: x-small;">via: <a href="http://www.diariodamanha.com/noticias.asp?a=view&amp;id=32802" target="_blank">Diário da Manhã</a></span></div>
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		<title>DECISIONES CLAVES ANTES DE RIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vero]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 May 2012 01:06:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aumenta la presión en Brasil sobre la presidenta Dilma Rousseff, para que no sancione el nuevo código forestal, aprobado por el Congreso el pasado 25 de abril. &#160;&#160;&#160;&#160; Para los defensores de la Amazonia brasileña se trata de una amnistía a la deforestación, lograda como resultado de la enorme presión que desde hace años ejerce [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div aria-label="Corpo da mensagem" class="msg-body inner  undoreset" id="yui_3_2_0_1_1337993589419203" role="main" style="background-color: white; margin: 25px 24px 22px 29px; overflow-x: auto; overflow-y: hidden; word-wrap: break-word;">
<div id="yiv1391577151">
<div id="yui_3_2_0_1_1337993589419200">
<div class="yiv1391577151Section1" id="yui_3_2_0_1_1337993589419197">
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px;">
<span style="background-color: white; color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 21px; text-align: justify;">Aumenta la presión en Brasil sobre la presidenta Dilma Rousseff, para que no sancione el nuevo código forestal, aprobado por el Congreso el pasado 25 de abril.</span></div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px; text-align: justify;">
<span lang="ES" style="line-height: 21px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para los defensores de la Amazonia brasileña se trata de una amnistía a la deforestación, lograda como resultado de la enorme presión que desde hace años ejerce al poderoso sector agropecuario norteño sobre los congresistas y gobernantes estaduales y federales.</span></span></div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px; text-align: justify;">
<span lang="ES" style="line-height: 21px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; De concretarse significaría un evidente retroceso en lo conseguido por Brasil a lo largo de los últimos ocho años: nada menos que una reducción de la tasa de deforestación de 78%, como resultado de la aplicación de la última ley forestal y de los controles satelitales.</span></span></div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px; text-align: justify;">
<span lang="ES" style="line-height: 21px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; El extraordinario desarrollo económico logrado por la gran potencia sudamericana, unido a la necesidad de sacar de la pobreza a millones de personas que aún continúan atrapadas en ese asfixiante cerco, se conjugan para hacer vulnerables a los grandes tomadores de decisiones ante las presiones sectoriales.</span></span></div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px; text-align: justify;">
<span lang="ES" style="line-height: 21px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; La conservación de la Amazonia –que significa el uso sustentable de este gran bioma- es mucho más importante para la región y el mundo, que el evita la tala de árboles.</span></span></div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px; text-align: justify;">
<span lang="ES" style="line-height: 21px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Su extraordinaria complejidad estructural y de funcionamiento, escapa en buena medida a la comprensión actual de la humanidad; aunque sabemos que ejerce una esencial influencia favorable en la amortiguación del cambio climático, en el régimen hidrográfico de la mayor parte de Sudamérica, en la preservación de la extraordinaria riqueza en diversidad biológica que aún alberga, en la liberación del 20% del oxígeno al aire.</span></span></div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px; text-align: justify;">
<span lang="ES" style="line-height: 21px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A menos de un mes de la realización de la Cumbre RIO+20 en Brasil, parece un grotesco contrasentido que el país anfitrión -privilegiado por poseer la mayor selva tropical que sobrevive en el planta- decida reducir la protección ambiental de la Amazonia, aprobando nuevas normas que habiliten la deforestar en una superficie estimada por The Wall Street Journal, entre 400 mil y 700 mil kilómetros cuadrados de selva (equivalente a toda la Península Ibérica).</span></span></div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" id="yui_3_2_0_1_1337993589419194" style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px; text-align: justify;">
<span id="yui_3_2_0_1_1337993589419191" lang="ES" style="line-height: 21px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; El asunto, una vez más, devuelve a la consideración pública, la discusión sobre qué modelo de desarrollo es el más conveniente para nuestros pueblos.</span></span></div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px; text-align: justify;">
<span lang="ES" style="line-height: 21px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Las consideraciones ambientales que tanto han modificado nuestra visión de la realidad y, sobre todo, nuestra anticipación a los errores en materia de planificación y desarrollo, si algo demuestran es que actuando con responsabilidad y visión a mediano y largo plazo, todos ganan. Los conflictos están siempre latentes porque aún existen muchos intereses ligados a la concepción anterior, que no cederán fácilmente sus ventajas y beneficios actuales, sin librar una muy dura batalla.</span></span></div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px; text-align: justify;">
<span lang="ES" style="line-height: 21px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No cabe duda que el destino de la Amazonia es un derecho soberano de Brasil. Pero, al mismo tiempo, existe una responsabilidad vinculada con diversos aspectos que condicionan&nbsp; los destinos de la humanidad, que no pueden soslayarse.</span></span></div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px; text-align: justify;">
<span lang="ES" style="line-height: 21px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; La propia realidad parece demostrarnos que los pueblos del mundo, más allá de sus singulares costumbres, historias y organizaciones políticas, se encaminan lentamente hacia la generación de una ciudadanía planetaria que tomará muy en serio las ventajas y limitaciones que nos impone nuestro único hogar en el cosmos.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span></span></div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="line-height: 21px;"><span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><br /></span></span></div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px; text-align: justify;">
<span style="color: #38761d; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"><span style="line-height: 21px;">Hernán Sorhuet Gelos</span><span style="line-height: 21px;">&nbsp;</span></span></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="background-color: white; color: #454545; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px;">
<span lang="ES" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 18px;">Publicado en el diario <a href="http://www.elpais.com.uy/12/05/23/columnistas.asp">EL PAIS </a>de Montevideo el 23 de mayo de 2012</span></div>
<div class="yiv1391577151MsoNormal" style="background-color: white; color: #454545; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; padding: 0px;">
<span style="font-family: sans-serif;"><span style="font-size: 19px; line-height: 21px;"><br /></span></span></div>
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