Uma torre de 100 metros iniciou as medições da força dos ventos no interior do município
(Foto: Priscila Devens/AI Palmeira das Missões/Divulgação)
As empresas Noroeste Energia e Epcor Energia estiveram em Palmeira das Missões, na sexta-feira, 15, reunindo autoridades, produtores rurais, empresários e imprensa para apresentar o projeto de implantação de parque eólico na cidade. Há menos de uma semana uma torre de 100 metros iniciou as medições da força dos ventos em uma propriedade rural na localidade de São Bento, sendo que serão necessários 36 meses de pesquisa para concluir o estudo.
A reunião ocorreu na sede do Sindicato Rural de Palmeira das Missões, com a presença do prefeito Eduardo Russomano Freire, do vice-presidente da Fiergs e sócio-majoritário da Noroeste Energia Valdir Carpenedo, o diretor de Planejamento e Programas da Secretaria de Minas e Energia do Estado, José Pereira Braga, o gerente comercial da Epcor Energia, Mario Morocini de Azambuja, o deputado federal Jerônimo Goergen, vereadores, secretários municipais, produtores rurais, empresários, e demais convidados.
Conforme o que foi explanado, após os 36 meses de estudos, seriam necessários entre 15 e 18 meses para a construção das torres, gerando mais de mil empregos temporários, sendo que após instalado, o parque empregaria aproximadamente 50 pessoas. Dentre os benefícios em escolher Palmeira das Missões para a instalação do parque está a qualidade do solo, que são firmes para receber as torres, a proximidade com a Subestação Guarita e o potencial dos ventos.
Durante a apresentação do projeto foi ressaltado a importância que a prefeitura de Palmeira das Missões teve na viabilização do contato com os produtores rurais, proprietários das terras onde a torre de medição dos ventos foi instalada, além da anuência para a instalação da referida torre.
A área prevista para o parque eólico é de pelo menos cinco mil hectares, sendo que os proprietários das terras onde forem instaladas as torres recebem da empresa um valor de mais de R$ 1,5 mil por mês por torre, assim que as torres começarem a gerar energia. Já existem dois produtores rurais que estão fazendo parte do projeto, sendo que não é necessário mudar a matriz produtiva da propriedade em decorrência da instalação dos aerogeradores.
Com informações da Assessoria de Imprensa da prefeitura de Palmeira das Missões,
Via: O Alto Uruguai