• Garis da prefeitura retiram fogões, geladeira e orelhão durante limpeza do Arroio Dilúvio

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Mensalmente, funcionários do DMLU percorreão o córrego em um barco para recolher materiais que poluem as águas

A limpeza no arroio será realizada todo mêsFoto: Ricardo Giusti,Prefeitura de Porto Alegre / Divulgação
Garis da prefeitura retiram fogões, geladeira e orelhão durante limpeza do Arroio Dilúvio Ricardo Giusti,Prefeitura de Porto Alegre/Divulgação














A limpeza realizada nesta quinta-feira pela prefeitura de Porto Alegre no Arroio Dilúvio, que será mensal, constatou o que muitos moradores da capital gaúcha já imaginavam: o descarte de equipamentos e eletrodomésticos é grande. Além dos resíduos mais usuais e das sacolas de lixo e garrafas pet, foram retirados apenas nesta manhã três fogões, uma geladeira, uma cabine de orelhão, dois vasos sanitários, um tanque, móveis e pneus.



Os 25 garis do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) que percorreram as águas do córrego nesta quinta-feira, também o farão na sexta, segunda e terça-feira próximas.


Por meio de um barco a remo, o lixo acumulado no arroio é recolhido e transportado para caminhões da prefeitura que farão o descarte. Nesta quinta-feira, a embarcação percorreu o primeiro trecho do Dilúvio, entre a Avenida Borges de Medeiros e Rua Vicente da Fontoura, numa extensão de 3,3 quilômetros.


Ao todo, foram retiradas 10 toneladas de lixo, o que, além de sacolas plásticas e garrafas pet, também inclui capim, abustos e areia, recolhidos após poda na margem do Dilúvio. Nos próximos dias, os outros trechos do arroio serão limpos.





Foto: Fernando Gomes, Agência RBS


Esta é mais uma ação para tentar despoluir um dos principais canais que ligam o Guaíba em Porto Alegre. Desde outubro de 2006, o Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) realiza a dragagem permanente das águas do arroio. Ultimamente, é possível notar a presença de peixes e a diminuição do mau cheiro que o Dilúvio costuma produzir.


No Plano de Ação de Revitalização da Bacia do Arroio Dilúvio, lançado em 2012 e elaborado por 26 técnicos da prefeitura, 10 professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e 10 da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), foram definidas 170 atividades a serem desenvolvidas no arroio.


As ações foram divididas em sete eixos: água, urbanismo, mobilidade, desenvolvimento econômico, educação e envolvimento público, governança e gestão de projetos. A partir do detalhamento nas áreas estudadas serão definidas, por exemplo, as intervenções integrando saneamento, reassentamento de pessoas que moram próximas às vertentes e acréscimo de áreas verdes.



Por: Zero Hora

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