Usuários
da bacia terão a oportunidade de definir o futuro das águas na região para os
próximos 20 anos
As
Audiências Públicas para definir a qualidade e os usos da água na bacia
hidrográfica do Alto Jacuí serão realizadas entre 14 e 17 de maio nos
municípios de Passo Fundo, Espumoso, Cruz Alta e Salto do Jacuí. O Comitê de
Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí (Coaju) convida as
associações, entidades de classe e comunidade em geral para participar do
planejamento da bacia para as próximas duas décadas. O que ficar definido neste
momento terá força de Lei e influenciará diretamente na atividade econômica da
bacia.
Audiências Públicas para definir a qualidade e os usos da água na bacia
hidrográfica do Alto Jacuí serão realizadas entre 14 e 17 de maio nos
municípios de Passo Fundo, Espumoso, Cruz Alta e Salto do Jacuí. O Comitê de
Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí (Coaju) convida as
associações, entidades de classe e comunidade em geral para participar do
planejamento da bacia para as próximas duas décadas. O que ficar definido neste
momento terá força de Lei e influenciará diretamente na atividade econômica da
bacia.
Esse processo faz parte do Plano de Bacia que consiste no
planejamento do uso dos recursos hídricos. Ele foi dividido em três etapas:
diagnóstico da bacia, definição dos cenários futuros e programa de ações. O
estudo do cenário atualservirá como base para definição dos usos e qualidade
desejada, conforme a necessidade e expectativa dos usuários. Neste momento, o
processo está na fase do enquadramento, onde a população está sendo convocada
para decidir o cenário futuro. Depois dessa etapa será elaborado um programa
de ações com as intervenções necessárias para garantir as
metas estabelecidas.
planejamento do uso dos recursos hídricos. Ele foi dividido em três etapas:
diagnóstico da bacia, definição dos cenários futuros e programa de ações. O
estudo do cenário atualservirá como base para definição dos usos e qualidade
desejada, conforme a necessidade e expectativa dos usuários. Neste momento, o
processo está na fase do enquadramento, onde a população está sendo convocada
para decidir o cenário futuro. Depois dessa etapa será elaborado um programa
de ações com as intervenções necessárias para garantir as
metas estabelecidas.
Segundo o presidente do Coaju, Claud Goellner, o estudo
realizado será apresentado à comunidade durante as audiências e a
população apontará os desejos em relação aos usos e qualidade da
água. “Esse processo vai nortear toda a atividade econômica dentro da
bacia, licenciamentos, uso e ocupação do solo rural e urbano”, explicou
Goellner.
realizado será apresentado à comunidade durante as audiências e a
população apontará os desejos em relação aos usos e qualidade da
água. “Esse processo vai nortear toda a atividade econômica dentro da
bacia, licenciamentos, uso e ocupação do solo rural e urbano”, explicou
Goellner.
Devem participar das Audiências Públicas, os prefeitos e
secretários de agricultura e meio ambiente, representantes de conselhos de meio
ambiente, câmaras de vereadores, sindicatos rurais e de trabalhadores
rurais, associações comerciais e industriais, ONGs, hidrelétricas instaladas na
bacia, cooperativas, universidades, Corsan, Emater, Defesa Civil, Ministério
Público e comunidade em geral.
secretários de agricultura e meio ambiente, representantes de conselhos de meio
ambiente, câmaras de vereadores, sindicatos rurais e de trabalhadores
rurais, associações comerciais e industriais, ONGs, hidrelétricas instaladas na
bacia, cooperativas, universidades, Corsan, Emater, Defesa Civil, Ministério
Público e comunidade em geral.
Os 41
municípios que fazem parte da bacia foram divididos conforme a unidade de
gestão em que estão inseridos. Serão
realizadas quatro audiências para atingir com mais eficácia todas as regiões da
bacia. Informações pelo telefone (54) 3316-8153 ou site www.upf.br/coaju.
municípios que fazem parte da bacia foram divididos conforme a unidade de
gestão em que estão inseridos. Serão
realizadas quatro audiências para atingir com mais eficácia todas as regiões da
bacia. Informações pelo telefone (54) 3316-8153 ou site www.upf.br/coaju.
Estudo
aponta cenário atual
Conforme
o estudo realizado pela
empresa Engeplus de Porto Alegre, contratada pelo Estado para fazer o
diagnóstico da situação atual da bacia, a qualidade em geral
da água é considerada boa, ou seja, a maioria dos parâmetros (nitrogênio
total, fósforo total, oxigênio dissolvido, demanda bioquímica de oxigênio e
coliformes termotolerantes e mercúrio, cádmio e chumbo)
apresentam classes 1 e 2. Mas, alguns trechos dos rios que fazem parte da bacia
apresentam classe 4, o que é bastante preocupante. Segundo a engenheira
ambiental da Engeplus, Carolina Heck, os trechos que mais preocupam são as
regiões próximas aos grandes centros. Os
parâmetros de qualidade fósforo e coliformes foram os que mais apresentaram
alterações e estão relacionados com a atividade agrícolas e com a falta de
esgotamento sanitário. Todos estes aspectos terão que ser levados em
consideração no momento da definição do futuro das águas na
região.
o estudo realizado pela
empresa Engeplus de Porto Alegre, contratada pelo Estado para fazer o
diagnóstico da situação atual da bacia, a qualidade em geral
da água é considerada boa, ou seja, a maioria dos parâmetros (nitrogênio
total, fósforo total, oxigênio dissolvido, demanda bioquímica de oxigênio e
coliformes termotolerantes e mercúrio, cádmio e chumbo)
apresentam classes 1 e 2. Mas, alguns trechos dos rios que fazem parte da bacia
apresentam classe 4, o que é bastante preocupante. Segundo a engenheira
ambiental da Engeplus, Carolina Heck, os trechos que mais preocupam são as
regiões próximas aos grandes centros. Os
parâmetros de qualidade fósforo e coliformes foram os que mais apresentaram
alterações e estão relacionados com a atividade agrícolas e com a falta de
esgotamento sanitário. Todos estes aspectos terão que ser levados em
consideração no momento da definição do futuro das águas na
região.
Datas,
locais e municípios que devem participar das audiências:
locais e municípios que devem participar das audiências:
14/05
– Audiência em Passo Fundo, às 13h30
– Ernestina,
Ibirapuitã, Marau, Mato Castelhano, Mormaço, Nicolau Vergueiro, Passo Fundo,
Soledade e Tio Hugo. Local:
Auditório Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Passo Fundo
(UPF).
– Audiência em Passo Fundo, às 13h30
– Ernestina,
Ibirapuitã, Marau, Mato Castelhano, Mormaço, Nicolau Vergueiro, Passo Fundo,
Soledade e Tio Hugo. Local:
Auditório Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Passo Fundo
(UPF).
15/05
– Audiência em Cruz Alta, às 13h30
–
Boa Vista do Incra, Carazinho, Chapada, Cruz Alta, Fortaleza dos Valos, Quinze
de Novembro, Saldanha Marinho e Santa Bárbara do Sul. Local: Salão Nobre da Unicruz.
– Audiência em Cruz Alta, às 13h30
–
Boa Vista do Incra, Carazinho, Chapada, Cruz Alta, Fortaleza dos Valos, Quinze
de Novembro, Saldanha Marinho e Santa Bárbara do Sul. Local: Salão Nobre da Unicruz.
16/05
– Audiência em Salto do Jacuí, às 13h30 –
Arroio do Tigre, Campos Borges, Estrela Velha, Ibarama, Jacuizinho, Júlio de
Castilhos, Lagoão, Passa Sete, Pinhal Grande, Salto do Jacuí, Segredo,
Sobradinho, Tunas e Tupanciretã. Local: Salão da Paróquia Nossa Senhora
dos Navegantes.
17/05
– Audiência em Espumoso, às 13h30- Alto
Alegre, Colorado, Espumoso, Ibirubá, Lagoa dos Três Cantos, Não-Me-Toque, Santo
Antônio do Planalto, Selbach, Tapera e Victor Graeff. Local: Salão de eventos da Secretaria
Municipal de Assistência Social.