A Reserva Maragato, em Passo Fundo,
é a primeira área do Rio Grande do Sul a integrar o Programa Desmatamento
Evitado, iniciativa da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação
Ambiental (SPVS) que incentiva empresas a adotarem áreas verdes privadas,
viabilizando a conservação da biodiversidade e manutenção do fornecimento de
serviços ambientais por meio do apoio financeiro aos
proprietários.
é a primeira área do Rio Grande do Sul a integrar o Programa Desmatamento
Evitado, iniciativa da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação
Ambiental (SPVS) que incentiva empresas a adotarem áreas verdes privadas,
viabilizando a conservação da biodiversidade e manutenção do fornecimento de
serviços ambientais por meio do apoio financeiro aos
proprietários.
Reconhecida como Reserva Particular
do Patrimônio Natural (RPPN) desde 2007, a Reserva Maragato tornou-se
oficialmente uma unidade de conservação privada e protege em seu interior 41,56
hectares (há) de Florestas com Araucária, os quais foram adotados pelo HSBC.
do Patrimônio Natural (RPPN) desde 2007, a Reserva Maragato tornou-se
oficialmente uma unidade de conservação privada e protege em seu interior 41,56
hectares (há) de Florestas com Araucária, os quais foram adotados pelo HSBC.
Com essa nova adoção, já são 20
propriedades apoiadas pela empresa, que é uma das principais financiadoras do
Programa Desmatamento Evitado.
propriedades apoiadas pela empresa, que é uma das principais financiadoras do
Programa Desmatamento Evitado.

Mapa da Reserva
Maragato Clique na imagem para
ampliar
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Sobre o
Programa
Programa
Desde 2007 a SPVS desenvolve o
Programa Desmatamento Evitado – uma iniciativa pioneira que consiste na adoção
de áreas em bom estado de conservação como instrumento para compensar as
emissões de gases de efeito estufa e preservar remanescentes de vegetação
nativa.
Programa Desmatamento Evitado – uma iniciativa pioneira que consiste na adoção
de áreas em bom estado de conservação como instrumento para compensar as
emissões de gases de efeito estufa e preservar remanescentes de vegetação
nativa.
Atualmente, são quase 4 mil hectares
de Floresta com Araucária protegidos no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do
Sul graças ao programa. As áreas potenciais para adoção devem ter remanescentes
nativos bem conservados e documentação em dia. Os proprietários se beneficiam
com o pagamento pelos serviços ambientais prestados, principalmente através do
carbono estocado nessas propriedades. A SPVS oferece orientação técnica,
auxiliando o proprietário a utilizar a verba repassada de forma a proteger a
área de possíveis ameaças de degradação.
Sobre a
SPVS
A Sociedade de Pesquisa em Vida
Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) é uma instituição brasileira, fundada em
1984, em Curitiba. É reconhecida como uma das organizações não-governamentais
conservacionistas mais atuantes no Brasil. Uma das características mais
acentuadas das atividades desenvolvidas pela SPVS diz respeito à inovação, como
prática para incorporar valor às ações de conservação de natureza, estabelecer
uma conceituação adequada sobre o tema e dar escala para uma agenda de
iniciativas que hoje começam a ser incorporadas nos negócios e percebidas como
essenciais às atividades econômicas e à qualidade de vida das
pessoas.