Os números impressionam e mostram uma realidade que não pode ser revertida sem a colaboração global dos países, incluindo o Brasil. De acordo com um levantamento da Unicef, cerca de 2 bilhões de crianças vivem em áreas poluídas no mundo, com qualidade do ar inferior aos padrões mínimos estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Aproximadamente 330 milhões delas estão em áreas nas quais os níveis de toxicidade superam os fixados pela OMS. Essa poluição é decorrente de fatores como emissões de gás por veículos, emprego de combustíveis fósseis, poeira e queima de resíduos.
Os dados constam no relatório Clear the Air for Children (Limpe o Ar para as Crianças, em tradução livre), divulgado no domingo. Esse tipo de poluição está na base de doenças graves que comprometem a saúde pública não somente das crianças, mas da população em idade adulta e das futuras gerações. Entretanto, no caso da infância, ela se torna ainda mais grave porque, geralmente, essas moléstias vêm associadas também a chagas como a da desnutrição infantil, sem falar nos casos de crianças que sofrem os efeitos maléficos ainda no ventre da mãe.
Essa triste realidade também se repete nas áreas de grande concentração de refugiados. Diante desse cenário que extrapola fronteiras nacionais, urge que as entidades e organismos internacionais se unam para debelar essa chaga e seus efeitos. A cada vez que se mitigam conflitos no mundo, os ganhos são para todos. E causas de grandes proporções exigem esforços amplos.
Os dados constam no relatório Clear the Air for Children (Limpe o Ar para as Crianças, em tradução livre), divulgado no domingo. Esse tipo de poluição está na base de doenças graves que comprometem a saúde pública não somente das crianças, mas da população em idade adulta e das futuras gerações. Entretanto, no caso da infância, ela se torna ainda mais grave porque, geralmente, essas moléstias vêm associadas também a chagas como a da desnutrição infantil, sem falar nos casos de crianças que sofrem os efeitos maléficos ainda no ventre da mãe.
Essa triste realidade também se repete nas áreas de grande concentração de refugiados. Diante desse cenário que extrapola fronteiras nacionais, urge que as entidades e organismos internacionais se unam para debelar essa chaga e seus efeitos. A cada vez que se mitigam conflitos no mundo, os ganhos são para todos. E causas de grandes proporções exigem esforços amplos.
Via: Correio do Povo