O Dia Mundial do Meio Ambiente é 5 de junho e foi estabelecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1972. Conforme a ONU Brasil, é um dia dedicado à conscientização e ação global em prol da proteção do meio ambiente, comemorado em todos os anos. O evento é organizado em torno de um tema específico, com o objetivo de promover ações concretas e engajar governos, empresas e cidadãos na busca por um futuro mais sustentável.
A ONU comemora pela 50ª vez o Dia Mundial do Meio Ambiente, com o alerta de que a eliminação da poluição plástica é fundamental para a manutenção da vida do Planeta. Sob o lema #CombataAPoluiçãoPlástica
O Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas (GESP) em seus 39 anos, acompanha todos os anos este Dia, comemorando e refletindo sobre os avanços e retrocessos que o Meio Ambiente tem sofrido.
Os avanços estão refletidos na sensibilização que a comunidade apresenta à temática, onde muitas pessoas estão se engajando e se comprometendo em realizar sua parte e assumindo sua responsabilidade.
Os retrocessos estão marcados pela insensibilidade de algumas áreas que buscam regredir em muitas conquistas consolidadas e que já trouxeram muitos benefícios a toda a sociedade. A regressão da legislação brasileira tem sido um objetivo de áreas que dependem fundamentalmente do meio ambiente, mas não fazem a relação dessa necessidade, como na urbanização, agricultura e industrialização, pois um meio ambiente saudável, planejado e protegido não só garante uma vida mais saudável às pessoas e aos demais seres vivos, como a um futuro melhor integrado dessas áreas.
A educação ambiental estabelecida como obrigatória pela política nacional tem estado timidamente resistindo, com ações pontuais e não permanente como instituída, tanto pelos governos como por empresas e instituições educacionais.
E os problemas ambientais continuam acentuados diante do egoísmo e irresponsabilidade do ser humano, com o desmatamento descontrolado, a exploração mineral ilegal, a exploração e o tráfico de animais silvestres, a contaminação das águas superficiais e subterrâneas e a poluição sonora e atmosférica. E ainda ampliando para as desigualdades sociais, de não reconhecimento dos direitos dos povos originários, da moradia para todos, da terra para quem quer plantar, saúde digna a todos os cidadãos e de acesso ao que a natureza dispõe de forma sustentável, saudável, justa e solidária.
Por isso, o GESP continua sua luta na busca de um meio ambiente melhor para todos os humanos e demais seres, acreditando numa convivência mais harmoniosa entre todos e na consciência humana.
Flávia Biondo da Silva
Presidente do GESP
#CombataAPoluiçãoPlástica