• 28 DE JULHO – DIA MUNDIAL DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA

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Paulo Fernando Cornelio, ecologista, geógrafo

Preservar os recursos naturais e a natureza não é um sonho somente dos ecologistas, ambientalistas e idealistas que se dedicam ao meio ambiente, deve ser atitude de todas as pessoas, pois é uma forma mais que justa e desafiadora de resguardamos todas as formas de vida para esta e as futuras gerações.
O dia 28 de julho, foi designado como o Dia Mundial de Conservação da Natureza, proposta apresentada no ano de 1998 em ocasião do 50º aniversário da Liga para a Proteção da Natureza/LPN, associação em defesa da natureza mais antiga de Portugal. Logo depois, em Assembleia Geral das Nações Unidas, a ONU recomendou como iniciativa para chamar a atenção da sociedade, para os graves problemas que viemos enfrentando em relação a conservação da natureza.
A natureza nada mais é do que a água, o ar, o solo, as florestas, os animais, todos os seres vivos, sejam humanos ou não humanos que habitam este nosso planeta.
Durante os últimos milhares de anos, a sociedade humana, usufrui desta natureza de forma implacável, com a procura incessante de conforto, saúde, e bem estar mas, destruindo e afetando em menor e maior grau, com as suas ações que, diretamente afetou a paisagem, a flora e a fauna, enfim, todos os ecossistemas.
Não podemos esquecer que todos os habitantes deste planeta são “consumidores”, em menor ou maior escala, realizando uma exploração nos recursos naturais que são finitos.
Mesmo assim, devemos continuar a mobilização para revertermos o processo destrutivo, conservarmos e preservarmos a natureza com iniciativas de tecnologia verde, desenvolvimento de energias limpas, redução da poluição, redução da pobreza, refletir sobre o consumo e mitigar os impactos negativos das atividades humanas no planeta. Em essencial, precisamos garantir mais áreas protegidas, como, Unidades de Conservação (UCs), Áreas de Preservação Permanentes (APPs), Reservas Legais (RLs) e Áreas Verdes Urbanas, para efetivarmos a recuperação de espécies ameaçadas de extinção e a manutenção da diversidade biológica e dos diferentes ecossistemas, formações vegetais e os diferentes biomas, para assegurar os serviços ambientais que mantém, também, a vida humana.
Este é o recado do Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas/GESP.

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