• No Dia da Amazônia, 5 de setembro, uma árvore desse bioma faz um apelo à humanidade

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Castanheira-do-Brasil (Bertholletia excelsa), na reserva extrativista Riozinho do Anfrísio, Altamira, Pará, Brasil. © WWF-Brasil / Clóvis Miranda

No Dia da Amazônia, 5 de setembro, uma árvore desse bioma faz um apelo à humanidade, por consciência e ação para sua preservação. 

“Eu, que nasci e cresci no coração da Amazônia, venho a você, humanidade, pedir por respeito e proteção. Meu tronco sustenta a vida e minhas folhas respiram por todos nós. Eu forneço abrigo, alimento e ar puro. Mas estou sofrendo, e o que me afeta, afeta a todos.

Peço que olhem além da ganância e da destruição. Minhas raízes se entrelaçam com o futuro do planeta. Quando uma de nós cai, muito mais do que madeira é perdido — é um ecossistema inteiro que se desequilibra.

Parem de cortar sem pensar nas consequências. Parem de queimar minhas irmãs e devastar os rios que tanto sustentam este bioma rico e único. Valorizem-me pelo que sou: uma fonte de vida, um equilíbrio essencial para o clima, um símbolo da biodiversidade do planeta.

Peço que ensinem às futuras gerações a me respeitar, a proteger o que ainda resta, e a restaurar o que foi perdido. Que o Dia da Amazônia não seja só uma lembrança de minha grandeza, mas um compromisso renovado com o futuro da floresta e de todos que dependem dela, incluindo vocês.

Eu não peço muito, apenas o direito de continuar a existir. Se cuidarem de mim, eu continuarei cuidando de vocês.”

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