• 22 DE MAIO – DIA INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE

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Dos microrganismos invisíveis aos olhos até os grandes
animais, das pequenas gramíneas às árvores imensas, todas as formas de vida
exercem funções essenciais que mantêm o equilíbrio dos ecossistemas. Essa
diversidade de seres vivos é a base que sustenta a vida na Terra e têm
influência direta na qualidade do ar que respiramos, da água que bebemos e dos
alimentos que consumimos.

Apesar disso, estamos presenciando uma perda acelerada da
biodiversidade em escala global. Desmatamentos, queimadas, expansão da
monocultura, uso excessivo de agrotóxicos, urbanização desordenada e as
mudanças climáticas estão empurrando inúmeras espécies para a extinção.
Estima-se que estamos perdendo biodiversidade mil vezes mais rápido do que o
esperado naturalmente.

Além disso, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas
Espaciais (INPE), o bioma Pampa já perdeu cerca de 60% de sua vegetação nativa,
substituída principalmente por monoculturas e pastagens. Isso significa a
extinção de espécies únicas, adaptadas à nossa região e, com elas, a quebra do
equilíbrio ecológico que sustenta nossas vidas.

Essa destruição não é inevitável, mas fruto de decisões
humanas – políticas, econômicas e culturais – que priorizam o lucro imediato em
detrimento do bem comum e da saúde dos ecossistemas.

Por isso, é urgente repensarmos nosso modo de produção e
fortalecer as lutas coletivas por justiça ambiental e preservação da natureza.

A biodiversidade é a teia da vida e nós somos parte dela.
Proteger a biodiversidade é proteger a nós mesmos.

Por Taís Azevedo, bióloga e integrante do GESP.

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