Dados
levantados por pesquisa feita em 2011 mapeou as áreas com depósito clandestino
de resíduos na cidade
levantados por pesquisa feita em 2011 mapeou as áreas com depósito clandestino
de resíduos na cidade
| Alessandra Pasinato |
|
(Redação Passo Fundo / DM)
|
Áreas que deveriam ser preservadas se
tornam depósito irregular de lixo, algumas vezes falta conhecimento por parte
da população, outras, falta consciência. O simples ato de colocar os resíduos,
materiais ou entulhos que não tem mais utilidade em locais indevidos é crime,
previsto por lei. Um estudo feito em Passo Fundo em 2011 mapeou as áreas com
depósito clandestino de resíduos e apontou que a cidade tem 360 pontos de
armazenamento irregular.
tornam depósito irregular de lixo, algumas vezes falta conhecimento por parte
da população, outras, falta consciência. O simples ato de colocar os resíduos,
materiais ou entulhos que não tem mais utilidade em locais indevidos é crime,
previsto por lei. Um estudo feito em Passo Fundo em 2011 mapeou as áreas com
depósito clandestino de resíduos e apontou que a cidade tem 360 pontos de
armazenamento irregular.
Ao todo, a bióloga Carla Grasiele
Zanin Hegel e o geógrafo Paulo Fernando Oliveira Cornélio, idealizadores da
pesquisa, realizaram 42 vistorias pelos bairros, vilas, loteamentos e estradas
de ligação do município, entre junho e setembro de 2011, percorrendo 816
quilômetros em 68 horas de trabalho de campo. A partir do levantamento, um mapa
de focos de resíduos sólidos foi montado por Hegel e Cornélio, que aponta todos
os pontos onde há o descarte irregular no município. Os pesquisadores também
são ativistas do Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas (GESP), ONG ambiental que
se engajou na pesquisa, montando um grupo de trabalho que colaborou no
estudo.
Zanin Hegel e o geógrafo Paulo Fernando Oliveira Cornélio, idealizadores da
pesquisa, realizaram 42 vistorias pelos bairros, vilas, loteamentos e estradas
de ligação do município, entre junho e setembro de 2011, percorrendo 816
quilômetros em 68 horas de trabalho de campo. A partir do levantamento, um mapa
de focos de resíduos sólidos foi montado por Hegel e Cornélio, que aponta todos
os pontos onde há o descarte irregular no município. Os pesquisadores também
são ativistas do Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas (GESP), ONG ambiental que
se engajou na pesquisa, montando um grupo de trabalho que colaborou no
estudo.
“Quem joga esse
lixo? Somos nós mesmos. A gente acha que depois que ele saiu da nossa casa ele
não é mais nosso, mas na verdade ele continua sendo um problema de todos”, Carla
Hegel, bióloga.
lixo? Somos nós mesmos. A gente acha que depois que ele saiu da nossa casa ele
não é mais nosso, mas na verdade ele continua sendo um problema de todos”, Carla
Hegel, bióloga.
(Estudo
oportunizou a visualização de um panorama de como estão sendo cuidadas as áreas
de proteção no município/FOTOS DIVULGAÇÃO /GESP)
oportunizou a visualização de um panorama de como estão sendo cuidadas as áreas
de proteção no município/FOTOS DIVULGAÇÃO /GESP)
O estudo
Segundo
Hegel, a iniciativa surgiu a partir de uma especialização em Gestão Ambiental
feita pela bióloga, onde buscou um tema que ela avalia como um problema grave
de Passo Fundo: a questão do lixo. “Escolhi para ser visto em toda a cidade
todos os depósitos irregulares. Percorremos toda a cidade, ruas, estradas de
ligação que cortam o centro e bairros e encontramos os
locais. O que levantamos foram os focos até aquele momento, hoje acredito que
tenha mais”, conta ela.
Hegel, a iniciativa surgiu a partir de uma especialização em Gestão Ambiental
feita pela bióloga, onde buscou um tema que ela avalia como um problema grave
de Passo Fundo: a questão do lixo. “Escolhi para ser visto em toda a cidade
todos os depósitos irregulares. Percorremos toda a cidade, ruas, estradas de
ligação que cortam o centro e bairros e encontramos os
locais. O que levantamos foram os focos até aquele momento, hoje acredito que
tenha mais”, conta ela.
O
objetivo dos estudiosos era mapeamento e identificação de todos os pontos que
estavam com problemas de depósito de lixo, principalmente nas áreas de
preservação permanente. “Ficamos bastante preocupados, principalmente no início
do trabalho, porque esperávamos encontrar um número razoável, mas achamos uma
quantidade muito superior ao que calculávamos que fosse”, observa Cornélio. Os
360 pontos de depósito de lixo irregular que foram levantados levaram em
consideração quantidades maiores de resíduos. “Se formos ver quantidades
menores de lixo depositado de forma irregular, tranquilamente poderíamos
alcançar quase mil locais em Passo Fundo, alerta ele.
objetivo dos estudiosos era mapeamento e identificação de todos os pontos que
estavam com problemas de depósito de lixo, principalmente nas áreas de
preservação permanente. “Ficamos bastante preocupados, principalmente no início
do trabalho, porque esperávamos encontrar um número razoável, mas achamos uma
quantidade muito superior ao que calculávamos que fosse”, observa Cornélio. Os
360 pontos de depósito de lixo irregular que foram levantados levaram em
consideração quantidades maiores de resíduos. “Se formos ver quantidades
menores de lixo depositado de forma irregular, tranquilamente poderíamos
alcançar quase mil locais em Passo Fundo, alerta ele.
“O que queremos é que a população
denuncie, mas não que denuncie simplesmente pelo lixo, que consigam ser fiscais
ambientais, para descobrir quem está fazendo isso”, Paulo Fernando Cornélio, geógrafo.
denuncie, mas não que denuncie simplesmente pelo lixo, que consigam ser fiscais
ambientais, para descobrir quem está fazendo isso”, Paulo Fernando Cornélio, geógrafo.
(Foram feitas 42
vistorias pelos bairros, vilas, loteamentos e estradas de ligação do
município/FOTOS DIVULGAÇÃO /GESP)
vistorias pelos bairros, vilas, loteamentos e estradas de ligação do
município/FOTOS DIVULGAÇÃO /GESP)
Classificação dos resíduos
Nas
vistorias foram encontrados focos de resíduos dos mais variados possíveis.
“Tivemos desde televisores à máquinas de lavar roupa, aparelhos de computação,
inclusive animais mortos nos lugares mais indevidos possíveis”, descreve
Cornélio . Para classificar os resíduos sólidos urbanos encontrados nas
vistorias realizadas, os pesquisadores dividiram em cinco categorias
principais. Em domiciliares se enquadram os lixos residenciais, que vão desde
orgânicos a descarte de móveis. “É tudo o que é gerado
nas residências, como roupas, calçados, utensílios”, informa Hegel.
vistorias foram encontrados focos de resíduos dos mais variados possíveis.
“Tivemos desde televisores à máquinas de lavar roupa, aparelhos de computação,
inclusive animais mortos nos lugares mais indevidos possíveis”, descreve
Cornélio . Para classificar os resíduos sólidos urbanos encontrados nas
vistorias realizadas, os pesquisadores dividiram em cinco categorias
principais. Em domiciliares se enquadram os lixos residenciais, que vão desde
orgânicos a descarte de móveis. “É tudo o que é gerado
nas residências, como roupas, calçados, utensílios”, informa Hegel.
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| (Em 61 pontos de depósito irregular foi ateado fogo nos resíduosFOTOS DIVULGAÇÃO /GESP) |
origem industrial e comercial, onde estão inseridas fachadas, ferro de
indústria, pneus, descartes de lojas de eletrônicos como TV e rádios. Também
foram divididos em lixos de origem da limpeza pública, como descartes de poda,
de limpeza de terreno e, ainda, da construção civil, como restos de reformas e
de obras.
De
acordo com Cornélio, alguns locais surpreenderam pelo tipo de resíduo que foi
encontrado. “No Bosque Lucas Araujo, encontramos um foco com mais de 20
televisores depositados de forma irregular, além de fiação elétrica, pedaços de
rádio, enfim, muito material eletroeletrônico em um local onde é sensível,
porque é uma floresta”, avalia, lembrando que também na área central da cidade
foram localizados materiais em número expressivo. “O que nos tem surpreendido é
o volume e o tipo de material encontrado”, pontua o geógrafo.
acordo com Cornélio, alguns locais surpreenderam pelo tipo de resíduo que foi
encontrado. “No Bosque Lucas Araujo, encontramos um foco com mais de 20
televisores depositados de forma irregular, além de fiação elétrica, pedaços de
rádio, enfim, muito material eletroeletrônico em um local onde é sensível,
porque é uma floresta”, avalia, lembrando que também na área central da cidade
foram localizados materiais em número expressivo. “O que nos tem surpreendido é
o volume e o tipo de material encontrado”, pontua o geógrafo.
Localização
Os principais locais de depósito
irregular, constatados pela pesquisa são terrenos baldios, calçadas públicas,
áreas de uso comum como praças e parques, além de terrenos próximos a lavouras
e estradas secundárias. Ainda foram encontrados focos na área central da
cidade. “Não foi somente terrenos particulares, também encontramos em áreas
públicas e a quantidade de lixo foi muito grande”, explica Cornélio.
irregular, constatados pela pesquisa são terrenos baldios, calçadas públicas,
áreas de uso comum como praças e parques, além de terrenos próximos a lavouras
e estradas secundárias. Ainda foram encontrados focos na área central da
cidade. “Não foi somente terrenos particulares, também encontramos em áreas
públicas e a quantidade de lixo foi muito grande”, explica Cornélio.
Durante
a pesquisa foram registrados 360 pontos de resíduos, sendo que em um ou mais
pontos vários foram encontrados diferentes tipos de materiais. Do número total,
333 pontos são de origem residencial, 221 são da construção civil, 202 de
limpeza pública, 128 de descarte comercial e 12 de material industrial. Ainda
foram encontrados animais mortos em 18 locais e em 61 foi ateado fogo nos
resíduos.
a pesquisa foram registrados 360 pontos de resíduos, sendo que em um ou mais
pontos vários foram encontrados diferentes tipos de materiais. Do número total,
333 pontos são de origem residencial, 221 são da construção civil, 202 de
limpeza pública, 128 de descarte comercial e 12 de material industrial. Ainda
foram encontrados animais mortos em 18 locais e em 61 foi ateado fogo nos
resíduos.
(Pontos apontam a localização de depósitos irregulares de resíduos
sólidos/FOTOS DIVULGAÇÃO /GESP)
sólidos/FOTOS DIVULGAÇÃO /GESP)
Consciência
De acordo com Hegel, o estudo também
oportunizou a visualização de um panorama de como estão sendo cuidadas as áreas
de proteção. “Os locais onde passamos que tinham recursos hídricos, nascentes,
banhados, praticamente todos com a presença de lixo”, aponta. Essa constatação
faz a bióloga lamentar porque, segundo ela, é um indicativo de que as pessoas
ainda não sabem como é importante proteger a natureza. “O bosque Lucas Araújo é
um dos poucos pedacinhos de Mata Atlântica que temos aqui no município e foi o
pior dos lugares, um dos locais mais tristes. Todas as ruas tinham a presença
de depósito de lixo”, afirma.
oportunizou a visualização de um panorama de como estão sendo cuidadas as áreas
de proteção. “Os locais onde passamos que tinham recursos hídricos, nascentes,
banhados, praticamente todos com a presença de lixo”, aponta. Essa constatação
faz a bióloga lamentar porque, segundo ela, é um indicativo de que as pessoas
ainda não sabem como é importante proteger a natureza. “O bosque Lucas Araújo é
um dos poucos pedacinhos de Mata Atlântica que temos aqui no município e foi o
pior dos lugares, um dos locais mais tristes. Todas as ruas tinham a presença
de depósito de lixo”, afirma.
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| (O desafio é orientar a população para o descarte correto dos seus resíduos /FOTOS DIVULGAÇÃO /GESP) |
A
partir do estudo feito, as ações do GESP serão intensificadas, no sentido de
orientar a população para o descarte correto dos seus resíduos. De acordo com o
presidente da entidade, Tiago Debona, a tarefa não é fácil. “Pretendemos
sensibilizar a população e tentar conscientizá-la na hora de descartar o seu
lixo, seja doméstico, de construção, da indústria. Todos ficamos perplexos
quando vemos essa quantidade de lixo em locais inapropriados, mas será que nos
perguntamos quem coloca lá? É a população que faz isso”, define ele.
partir do estudo feito, as ações do GESP serão intensificadas, no sentido de
orientar a população para o descarte correto dos seus resíduos. De acordo com o
presidente da entidade, Tiago Debona, a tarefa não é fácil. “Pretendemos
sensibilizar a população e tentar conscientizá-la na hora de descartar o seu
lixo, seja doméstico, de construção, da indústria. Todos ficamos perplexos
quando vemos essa quantidade de lixo em locais inapropriados, mas será que nos
perguntamos quem coloca lá? É a população que faz isso”, define ele.
Ações efetivas
A
conclusão do estudo apontou a necessidade de um plano de gerenciamento de
resíduos e uma política pública envolvendo todos os seguimentos da sociedade
passo-fundense. “Recomenda-se um programa eficaz imediato de educação
ambiental, fiscalização rigorosa do poder público municipal, envolvimento dos
meios de comunicações e estudos referentes ao controle e quantificação de
resíduos sólidos urbanos das diferentes esferas”, diz o estudo.
conclusão do estudo apontou a necessidade de um plano de gerenciamento de
resíduos e uma política pública envolvendo todos os seguimentos da sociedade
passo-fundense. “Recomenda-se um programa eficaz imediato de educação
ambiental, fiscalização rigorosa do poder público municipal, envolvimento dos
meios de comunicações e estudos referentes ao controle e quantificação de
resíduos sólidos urbanos das diferentes esferas”, diz o estudo.
Para
Hegel, a primeira medida a ser tomada é a conscientização. “Quem joga esse
lixo? Somos nós mesmos. A gente acha que depois que ele saiu da nossa casa ele
não é mais nosso, mas na verdade ele continua sendo um problema de todos”,
enfatiza ela, apontando que não existe uma política pública de controle de
resíduos sólidos. “É necessária a criação desse plano de gerenciamento de
resíduos sólidos urbanos que ainda não temos. Também é preciso fiscalização por
parte dos órgãos”, frisa ela. A fiscalização, a criação de uma política de
gerenciamento de resíduos e a educação são apontados por Hegel como sendo
fundamentais para minimizar o impacto futuro.
Hegel, a primeira medida a ser tomada é a conscientização. “Quem joga esse
lixo? Somos nós mesmos. A gente acha que depois que ele saiu da nossa casa ele
não é mais nosso, mas na verdade ele continua sendo um problema de todos”,
enfatiza ela, apontando que não existe uma política pública de controle de
resíduos sólidos. “É necessária a criação desse plano de gerenciamento de
resíduos sólidos urbanos que ainda não temos. Também é preciso fiscalização por
parte dos órgãos”, frisa ela. A fiscalização, a criação de uma política de
gerenciamento de resíduos e a educação são apontados por Hegel como sendo
fundamentais para minimizar o impacto futuro.
Segundo
Cornélio, enquanto eram feitas as vistorias, muitas pessoas reclamaram da ação,
não sabendo a quem recorrer. “As pessoas vinham conversar tristes indignados
querendo denunciar e não sabendo como. O que queremos é que a população
denuncie, mas não que denuncie simplesmente pelo lixo, consigam ser fiscais
ambientais, para descobrir quem está fazendo isso”, ressalta ele, justificando
que a responsabilidade pela fiscalização desses depósitos irregulares é da
secretaria municipal de Meio Ambiente, que na questão de coleta está fazendo o
seu papel. “Identificamos que em muitos dos locais tem a coleta dos caminhões,
mas falta consciência das pessoas, que fazem o depósito irregular”, aponta
Cornélio, enquanto eram feitas as vistorias, muitas pessoas reclamaram da ação,
não sabendo a quem recorrer. “As pessoas vinham conversar tristes indignados
querendo denunciar e não sabendo como. O que queremos é que a população
denuncie, mas não que denuncie simplesmente pelo lixo, consigam ser fiscais
ambientais, para descobrir quem está fazendo isso”, ressalta ele, justificando
que a responsabilidade pela fiscalização desses depósitos irregulares é da
secretaria municipal de Meio Ambiente, que na questão de coleta está fazendo o
seu papel. “Identificamos que em muitos dos locais tem a coleta dos caminhões,
mas falta consciência das pessoas, que fazem o depósito irregular”, aponta
“Todos ficamos perplexos quando vemos essa quantidade de lixo em locais inapropriados, mas será que nos perguntamos quem coloca lá? É a população que faz isso”, Tiago Debona, presidente do GESP.
(Principais locais de depósito irregular são terrenos baldios, calçadas
públicas e estradas secundárias/FOTOS DIVULGAÇÃO /GESP)
públicas e estradas secundárias/FOTOS DIVULGAÇÃO /GESP)
Na
opinião de Debona, a participação da população é fundamental. “Se não tem
local, devemos cobrar, mas jogar em qualquer lugar não resolve o problema.
Queremos que as pessoas entendam que isso é errado, que gera problemas de
saúde, entre outros. Queremos também que as pessoas denunciem quando flagrarem
alguém fazendo isso”, declara. Não só nas denúncias, a cobrança também precisa
ser efetiva. “Devemos cobrar um pouco mais de responsabilidade do poder público
na fiscalização dos terrenos baldios, que contribuem muito para esses depósitos
irregulares. Precisamos do apoio da população, só assim conseguiremos reverter
esse quadro”, conclui o presidente do GESP.
opinião de Debona, a participação da população é fundamental. “Se não tem
local, devemos cobrar, mas jogar em qualquer lugar não resolve o problema.
Queremos que as pessoas entendam que isso é errado, que gera problemas de
saúde, entre outros. Queremos também que as pessoas denunciem quando flagrarem
alguém fazendo isso”, declara. Não só nas denúncias, a cobrança também precisa
ser efetiva. “Devemos cobrar um pouco mais de responsabilidade do poder público
na fiscalização dos terrenos baldios, que contribuem muito para esses depósitos
irregulares. Precisamos do apoio da população, só assim conseguiremos reverter
esse quadro”, conclui o presidente do GESP.
(Em 221 locais foram encontrados lixos da construção civil, como restos de reformas e de obras/FOTOS DIVULGAÇÃO /GESP)
Confira os números apontados pela
pesquisa
pesquisa
Totalde 360 pontos de depósito irregular de resíduos, sendo que em alguns foi
encontrado mais que um tipo de lixo, sendo que:
333 pontos com lixo de origem
residencial
221 pontos com lixo da construção civil
202 pontos com lixo de limpeza pública
128 pontos com lixo de origem comercial
12 pontos com lixo de origem industrial
Em 18 pontos foram encontrados animais mortos
residencial
221 pontos com lixo da construção civil
202 pontos com lixo de limpeza pública
128 pontos com lixo de origem comercial
12 pontos com lixo de origem industrial
Em 18 pontos foram encontrados animais mortos
Em 61 pontos foi ateado fogo nos
resíduos
resíduos
(Depósito
irregular acontece também próximo à rodovias/FOTOS DIVULGAÇÃO /GESP)
irregular acontece também próximo à rodovias/FOTOS DIVULGAÇÃO /GESP)
Denúncias
Você
pode denunciar os depósitos irregulares de lixo pelos telefones:
pode denunciar os depósitos irregulares de lixo pelos telefones:
Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas – Fone/Fax:
(54) 3312-2262
Secretaria Municipal de Meio Ambiente – Fone: (54) 3311-5494
(54) 3312-2262
Secretaria Municipal de Meio Ambiente – Fone: (54) 3311-5494
Via: Diário da Manhã





