Localizada as margens da Rua da Floresta, nos altos do Bairro Petrópolis, uma antiga pedreira foi transformada em um loteamento, mas, também está sendo transformado em um lixão à céu aberto, novamente. Algumas décadas passadas, está área foi uma pedreira desativada. Com o passar dos anos, foi autorizada a colocação de material inerte. Naquele período já houve denúncias de descarte de material não autorizado e, durante muitos anos foi denunciado com diversas irregularidades e os problemas retornaram.
Vistorias realizadas recentemente pelo Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas/GESP, foi identificado os mais variados resíduos depositados irregularmente, tais como: madeiras, peças de roupas, material eletroeletrônico, resíduos de jardinagem, armários, sofás, lixo doméstico, garrafas plásticas, argamassa, sílica, isopor, compensados, alimentos perecíveis, serragem, mangueiras, galhos, troncos de árvores, entre outros.
O material depositado compreende aproximadamente 200 metros de área e está próximo do leito do Rio Passo Fundo, com grande possibilidade de contaminação deste importante recurso hídrico.
Este é um dos grandes problemas que ainda afeta o nosso município, o descarte de resíduos nos mais variados espaços públicos, privados e em áreas ambientais, um problema ainda longe de resolver. Este fato por ser identificado como dano ambiental e deve ser aplicado o “Princípio do Poluidor-Pagador”, traduzindo: que polui, deve responder pelo prejuízo que causa ao meio ambiente, além de toda uma legislação ambiental existente.
O GESP realizou levantamento fotográfico e foi elaborado um relatório e protocolado no Ministério Público Estadual/MPE e na Secretaria Municipal do Meio Ambiente/SMAM, solicitando a intervenção neste problema que envolve diretamente saúde pública e ambiental.
Fotos : Arquivo GESP




